quinta-feira, novembro 24, 2016

REAL chega ao 21º ano de circulação com a edição impressa



Parece que foi ontem, que vivi a ansiedade no dia 24 de novembro de 1995 da chegada da primeira edição impressa deste periódico, aliás, ansiedade que ainda sinto em cada mês, quando aguardo a impressão pela gráfica e a possibilidade de buscar e depois fazer a peregrinação da distribuição para as bancas de jornal parceiras, pontos de distribuição e parceiros (os anunciantes que garantem a nossa permanência de circulação).

Naquela época, tínhamos uma sede (emprestada pelo Antônio João e que foi conseguida e viabilizada pelo Lúcio Arruda, apoio do JB Moura e ajuda da Família Cascatinha), a casa vivia lotada de colaboradores, funcionava como redação e ponto de apoio aos militantes da região.(destaque para os saudosos amigos Braulino Gomes e Hélio de Sant’Ana) e o jornal estava envolvido em quase todos os eventos locais e debates promovidos.

Atualmente recebo o material por e-mail e redes sociais, a edição é feita na sala da minha casa, já não tenho contato físico com os colaboradores e as dificuldades financeiras impede a participação em eventos nos bairros que circulamos (Paciência - Santa Cruz - Sepetiba). Isso não é apenas saudosismo e sim relato da nossa realidade.

Não sei até quando iremos manter o impresso, pois o alto custo de impressão e circulação me faz pensar que não irei resistir por muito tempo,

Mas cada edição é como uma conquista de um filho é assim que vejo este jornal.

Vou seguir em cada edição impressa, em cada atualização do portal, blog e espaços nas redes sociais e continuar buscando condições para seguir com este periódico.

Paulo Mendonça - diretor geral

 PÁGINA NO FACEBOOK


UM BREVE BALANÇO DESTE PERÍODO

Em 24 de novembro de 1995, circulou a 1ª edição, deste periódico, que na época tinha o formato estande(foto da capa da edição inaugural), em outubro de 2001, já na edição de nº 75, passamos ao formato tabloide, que mantemos até a atualidade.





Fazendo um balanço de nossa atividade, chegamos a cerca de 24793 (vinte e quadro mil e setecentos e noventa e três) matérias, aproximadamente 985.890 (novecentas e oitenta e cinco mil oitocentas e noventa pessoas e projetos citadas, foram mais de 24000 (vinte e quatro mil) fotos, quase 2800 (dois mil e oitocentos) artigos, crônicas e poesias. E tudo isto valorizando as ações positivas desenvolvidas em nossa região e defendendo o interesse e a melhoria da qualidade de vida de todas as comunidades.


Muitas vezes, somos chamados a dar cobertura jornalística a fatos em Guaratiba, Campo Grande, Bangu, Itaguaí, Seropédica e outras regiões, até mesmo, com retorno financeiro ao jornal, mas preferimos continuar fiel ao modelo de apoiar, valorizar e divulgar o que acontece em Paciência, Santa Cruz e Sepetiba, mesmo ainda, sem receber o devido valor comercial por este trabalho.


Em 8 de dezembro de 2003, nasceu nossa edição online (web-jornal), que passou a ser reconhecido como um PORTAL pelo grande número de páginas e diversidade de conteúdo e com ele já passamos dos quarenta mil acessos mês e atualizamos o mesmo a cada oportunidade de divulgar novas ações em nossa região, o que nos proporcionou uma maior visibilidade externa e uma maior valorização das nossas coberturas jornalísticas.


Em abril de 2006, criamos o nosso blog, atualmente com mais de 218 mil acessos, e assim abrimos um canal onde o leitor pode dar sua opinião sobre nossas matérias publicadas no portal, além de ter acesso a um conteúdo diferenciado e com novidades mais frequentes.


Acompanhando a tendência do uso das redes sociais e sites de relacionamentos por empresas e instituições, o REAL está no FACEBOOK (grupo e uma página), G+e Twitter, tudo isso também valorizando os parceiros e divulgando as ações positivas desenvolvidas em nossa região.


Quase deixamos de circular com a edição impressa por falta de apoio financeiro e graças aos parceiros que se juntaram a nós, podemos continuar com este trabalho.


Hoje, dia 24 de novembro chegando ao vigésimo primeiro ano de circulação de nossa edição impressa e chegando no dia 8 de dezembro no décimo segundo ano na internet.


Quero agradecer aos amigos, colaboradores, parceiros e em especial a equipe do Real Notícias, por tantas conquistas alcançadas.


Paulo Mendonça - diretor geral

Algumas de nossas marcas:





quinta-feira, novembro 17, 2016

Colégio Barão do Rio Branco 70 anos Fazendo História















Na manhã do dia 8 de novembro, uma agradável solenidade no Colégio Barão do Rio Branco, foi comemorado pelos alunos, ex-alunos (representantes de turmas de vários anos, inclusive de 1956), funcionários, ex-funcionários, professores, ex-professores, coordenação, direção e convidados, o aniversário de setenta anos desta unidade educacional e sua trajetória de história e realizações para Santa Cruz e região.

A festa foi conduzida pela equipe da direção, supervisionada pela coordenação e professores, mas feita mesmo pelos alunos, que com a banda recebeu e abriu a festividade, que teve o aluno caracterizado de Barão devidamente acompanhado de sua esposa, coral (com a musica em homenagem aos 70 anos, apresentações de poesias e textos, um lindo show de MPB e a reprodução da formatura da Turma de 1949 (com as vestimentas, cabelos e falas da época).

Desta forma comemorou os 70 anos de história do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, quem e para quem todo o esforço diário de abnegados servidores públicos fazem para garantir um ensino de qualidade, OS ALUNOS.

Obrigado a cada servidor desta unidade do estado, que mesmo com a crise, não param de promover o conhecimento e estimular estes jovens e adultos para a formação educacional.
Parabéns comunidade escolar Barão do Rio Branco!

Meu Rio Vale um Webdoc




 
É um curso com carga horária total de 30 horas, distribuídas em 10 aulas de 3 horas de duração. Que aconteceu nas Naves do Conhecimento - Madureira, Irajá, Penha, Nova Brasília, Triagem, Padre Miguel, Vila Aliança e Santa Cruz, que irá produzir um documentário que será publicado na Internet com fotos e filmagens de entrevistas e locais de cada região.

Será apresentado um panorama histórico de técnicas audiovisuais em uma linha do tempo, para que o aluno as relacione às produções contemporâneas.

A cada aula, foram propostos exercícios relativos a técnicas apresentadas, criando um diálogo entre técnica e linguagem.

Parte dos exercícios feitos em sala de aula e também exercícios extra classe serão incluídos no webdocumentário.

A PLATAFORMA “MEU RIO VALE UM WEBDOC”

Uma plataforma será criada especificamente para o curso, com design e programação exclusivos. Ela servirá de suporte para o conteúdo audiovisual produzido.

Um mosaico de imagens produzidas pelos alunos ao longo das aulas e exercícios será a porta de entrada para o webdoc, onde será possível traçar um percurso afetivo por bairros do Rio.
       
Em Santa Cruz o WEBDOC está em plena fase de produção, não iremos dar detalhes do conteúdo para não tirar o fator surpresa que tem  a´previsão de ser publicado no próximo dia 30, juntamente com os demais documentários das outras Naves do Conhecimento.

Acompanhe novidades dos documentários na página oficial do Meu Rio Vale um Webdoc no Facebook

SILVINHO UM CARA SHOW DE BOLA


 
Silvio Ramos, conhecido como Silvinho, é um desses caras que quem conhece gosta logo do seu jeito amigo, sincero e positivo de ser.

Silvinho é  um cara super família e apaixonado por futebol, onde jogou como profissional e atualmente curte o campeonato no Campestre de Santa Cruz.

DIGA NÃO à Intolerância Religiosa!



A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.

As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.

O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.

É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.

A falta de crença também não deve constituir motivo para discriminação ou ódio. Não se deve ofender ou discriminar ateus ou não-religiosos. Um crime causado por tal motivo representa uma séria agressão às liberdades de expressão e opinião e, assim sendo, deve ser denunciado da mesma maneira que todo crime de ódio.

Como Identificar

Há casos de explícita agressão física e moral a pessoas de diferentes religiões, levando até mesmo a homicídios. Entretanto, muitas vezes o preconceito não é mostrado com nitidez. É comum o agressor não reconhecer seu próprio preconceito e ato discriminatório. Todavia, é de fundamental importância a vítima identificar o problema e denunciá-lo.

O agressor costuma fazer uso de palavras ofensivas ao se referir ao grupo religioso atacado e aos elementos, deuses e hábitos da religião em questão. Há também casos em que o agressor desmoraliza símbolos religiosos, queimando bandeiras, imagens, roupas típicas e etc. Em situações extremas, a intolerância religiosa pode se tornar uma perseguição que visa o extermínio de um grupo com certas crenças, levando a assassinatos, torturas e enorme repressão.

Muitas vezes a Intolerância e a Perseguição Religiosa acontecem no ambiente escolar. Os professores e alunos devem respeitar-se independente de crenças e costumes religiosos. A matéria de Ensino Religioso não deve ensinar apenas uma religião, mas toda as relações que envolvem as noções de Sagrado. Da mesma maneira, nem o Ensino Regular nem o Ensino Religioso devem buscar converter os alunos a uma determinada crença. Caso isso aconteça, deve ser feita uma reclamação à Diretoria da Escola, à Secretaria de Educação e, em casos de perseguição religiosa, à Polícia. 

Como Denunciar

Ao denunciar um crime de intolerância religiosa a vítima deve exigir que o caso seja tratado com grande responsabilidade e que haja a elaboração de um Boletim de Ocorrência. Em caso de agressão física é de essencial importância que a vítima não limpe ferimentos nem troque de roupas, já que esses fatores constituem provas da agressão. Além disso, a vítima deve exigir a realização de um Exame de Corpo de Delito para a avaliação da agressão. É válido lembrar que se a ofensa ocorrer em templos, terreiros, na casa da vítima e etc, o local deve ser deixado da maneira como foi encontrado para facilitar e legitimar a investigação das autoridades competentes.

A denúncia e busca por justiça em casos de intolerância e perseguição religiosa são mais do que um direito do cidadão: também são um dever. Denunciar o preconceito ajuda futuras vítimas e toda a sociedade. Qualquer tipo de ofensa, tanto moral quanto física, deve ser denunciada. Todos os tipos de Delegacia têm o dever de averiguar casos desse tipo.

Fonte: www.guiadedireitos.org

PPLE - CAMPANHA NACIONAL de APOIO



O PPLE será uma nova alternativa política de protagonizar a luta pela igualdade racial e as demandas dos segmentos socialmente excluídos, como índios e ciganos, e em especial, os negros, quilombolas e praticantes de religião de matriz africana no Brasil.

O Estatuto do PPLE tem entre seus pilares o resgate e preservação das tradições culturais afro-brasileiras, a laicidade do Estado e a livre manifestação do pensamento na construção de uma sociedade justa, igualitária e pluralista.

O PPLE enfrenta seu primeiro grande desafio: conseguir o registro legal de partido político no TSE. Sua participação é decisiva na CAMPANHA NACIONAL de APOIO para coletar 500 mil assinaturas de eleitores em todo Brasil. ACESSE O SITE DO PPLE.

A idéia de criação de um partido que atendesse as demandas dos descendentes das tradições afro brasileiras surgiu em 2000 e culminou no ato público de fundação do PPLE, em 20 de novembro do mesmo ano, no Monumento Zumbi dos Palmares do Rio de Janeiro. Sintonizado com as demandas emergentes dos movimentos sociais, o PPLE quer garantir, logo em 2014, a participação direta nas decisões e políticas públicas que visem reduzir as desigualdades entre grupos étnicos, para ampliar o alcance das políticas de ações afirmativas do governo.

Para o Presidente da Comissão Executiva provisória e idealizador do PPLE, Marcelo Monteiro, o partido trabalha na consolidação de uma nova referência política para construir uma sociedade compromissada com a igualdade racial e empenhada em ampliar os espaços de participação política, organização da cidadania e os princípios éticos no exercício da vida pública.

Para cumprir as determinações legais de registro no TSE, o PPLE está promovendo uma campanha para obter as assinaturas de eleitores em todo o Brasil. A Internet tem um papel importante no desafio de atingir esse objetivo. Pelo site www.pple.com.br, os internautas podem baixar fichas de apoio, cadastro para coleta de assinaturas e interagir nas mídias sociais (Página no Facebook). O objetivo é incentivar os simpatizantes a manifestar apoio e conseguir a adesão de outras pessoas, além de estimular mutirões em espaços públicos.

Na região você poderá fazer contato com Paulo Mendonça nos telefones: (21) 33174864 - 964962033 (Nextel e WhatsApp) e também participar da coleta de assinaturas em apoio a oficialização do PPLE.

JOIAS DA COMUNIDADES - Amanda Perreira

Izaira França



Poesia COMO PODE

Autora: Amanda Perreira

Como pode um alguém se transformar Quando um dia já sem forças Não sabia
 caminhar Como pode Ver a luz no seu olhar Quando olhava nos seus olhos Via lágrima rolar Como pode Alguém como eu Perdido no mundo Mas Deus me escolheu Andava tanto tempo Procurando a minha salvação Como pode Eu nunca imaginei Que um dia eu iria Ouvir a voz de Deus Como pode Ele me escolheu Acreditou em mim Por isso eu agradeço A Ti meu Deus

Um pouco da historia da nossa amiga Amanda Perreira

Desde muito pequena, sempre gostei de cantar, mas era muito tímida e isso me impedia de mostrar o talento que Deus havia posto em mim. Já na adolescência, comecei a fazer parte de uma banda da igreja, onde foi um alavanque na minha vida. Comecei a cantar em festivais,casamentos, aniversários e onde quer que me chamassem ali eu estava, pronta para cantar. Em 2011 compus minha primeira música "Como pode", que conta um pouco do que eu vivi e as dificuldades que passei. Hoje com 23 anos, posso dizer que não me arrependo de ter escolhido a música para a minha vida, e agradeço a Deus por tudo que vem acontecendo e o que há de acontecer.
Menina talentosa e muito meiga cantora com uma linda voz , faz parte da musicalidade que existe aqui em nossas comunidades da zona oeste
nascida em Santa Cruz vem trilhando e encantando nossos coração quando canta! que Deus abençoe esta grande cantora, Amanda Perreira

Real Noticias, mostrando que nossa zona oeste tem grandes músicos, que não são reconhecido hoje podemos mostra o rosto de seus talentos que são moradores e que amam o que fazem.

Quando as máscaras caem - Peça teatral


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Não a intolerância e o preconceito

É preciso reforçar o empenho e provocar o debate dos setores da sociedade contra a intolerância e o preconceito religioso, de gênero e de raça.

Somos um país miscigenado, com influência cultural e religiosa de várias nacionalidades e precisamos exercitar o respeito as diferenças, pois a história e o noticiário internacional, estão cheios de exemplos de violências geradas por conflitos provocados por intolerância e preconceito de radicais e extremistas, que em nome de suas “verdades”, acham que podem matar em nome do ser supremo, que é a expressão legitima do amor.

Não importa a forma que cada um defina Deus, em minha forma de fé, eu chamo de Olorum, mas ele é o único e verdadeiro criador e regente do universo, e se quisesse apenas uma forma de ser, nos faria assim, somos diferentes em aspectos físicos e comportamentais, mas a imagem e semelhança do criador em espírito.

Precisamos aprender a respeitar de verdade a vontade do criador e AMAR ao próximo com suas diferenças e não ficarmos procurando moldá-lo dentro de nossa forma de fé, gênero e raça.

Somos todos realmente iguais perante o criador e podemos fazer um mundo melhor em cada gesto,

É preciso respeitar e conviver em harmonia com as diferenças, para mantermos a harmonia e conquistar o respeito mútuo e o equilíbrio social que tanto desejamos.



Paulo Mendonça
*Publicado como editorial na edição 255 - novembro de 2016 do Jorna REAL Notícias

Não a intolerância e o preconceito

É preciso reforçar o empenho e provocar o debate dos setores da sociedade contra a intolerância e o preconceito religioso, de gênero e de raça.

Somos um país miscigenado, com influência cultural e religiosa de várias nacionalidades e precisamos exercitar o respeito as diferenças, pois a história e o noticiário internacional, estão cheios de exemplos de violências geradas por conflitos provocados por intolerância e preconceito de radicais e extremistas, que em nome de suas “verdades”, acham que podem matar em nome do ser supremo, que é a expressão legitima do amor.

Não importa a forma que cada um defina Deus, em minha forma de fé, eu chamo de Olorum, mas ele é o único e verdadeiro criador e regente do universo, e se quisesse apenas uma forma de ser, nos faria assim, somos diferentes em aspectos físicos e comportamentais, mas a imagem e semelhança do criador em espírito.

Precisamos aprender a respeitar de verdade a vontade do criador e AMAR ao próximo com suas diferenças e não ficarmos procurando moldá-lo dentro de nossa forma de fé, gênero e raça.

Somos todos realmente iguais perante o criador e podemos fazer um mundo melhor em cada gesto,

É preciso respeitar e conviver em harmonia com as diferenças, para mantermos a harmonia e conquistar o respeito mútuo e o equilíbrio social que tanto desejamos.



Paulo Mendonça
*Publicado como editorial na edição 254 - outubro de 2016 do Jorna REAL Notícias

quarta-feira, outubro 19, 2016

PROMUSE - Projeto Música em Sepetiba.






A fanfarra é composta por 60 componentes incluindo o corpo coreográfico. O projeto foi fundado no dia 02 de março de 2015. A antiga fanfarra do colégio CIEP Ministro Marcos Freire se transformou em um projeto de fanfarra comunitária, dando a oportunidade de adolescentes, jovens e adultos, moradores de Sepetiba e dos bairros vizinhos de poderem participar de uma atividade sadia, patriota e educativa.
No projeto os alunos aprendem música e dança voltadas para a fanfarra. Aprendem também a valorizar o mundo das artes com as demais atividades extras do projeto.
O projeto foi criado por Jeremias Fernandes com ajuda de antigos componentes da antiga fanfarra do CIEP.
A PROMUSE tem oficinas diversas como: Dança, Teatro e Música. As oficinas contam com a ajuda e colaboração de professores voluntários, com a equipe da direção do projeto e do CIEP Ministro Marcos Freire. As oficinas funcionam desde o ensino infantil ao adulto.
 
O projeto conta com apoio do CIEP Ministro Marcos Freire, de alguns comerciantes locais, pais de alunos, antigos componentes, alunos de outras bandas e de outros projetos sociais.
Maestro: Jeremias Fernandes
Segundo Regente: Daniel Araújo
Coreógrafa: Thaiene Cristina
Baliza: Giovanna Cadimo
Balizador: Emiliano da Costa
Apoio: CIEP Ministro Marcos Freire.
Curta a página Oficial do PROMUSE no Facebook: https://www.facebook.com/promuseoficial/

Vereador ELTON BABÚ AGRADECE AOS VOTOS

AGRADECIMENTO



Venho agradecer todos que confiaram em mim e na minha família, obrigado pelos 12924 mil votos! Moro em Santa Cruz e não vou sair da minha terra, estarei no mesmo lugar com a mesma determinação e com mesmo carinho tentando sempre ajudar no que for possível. Lutando sempre por Santa Cruz e pela zona oeste.

Beijos no coração!

GUERREIRO É GUERREIRO

Vereador ELTON BABÚ

Passeio de Reconhecimento e Ecoturismo em SEPETIBA




Realizado no dia 9 de outubro pelo EcoMuseu de Sepetiba.

Para aqueles que ainda não conhecem, o evento acontece todo 1º domingo de cada mês. A caminhada nos leva por uma Sepetiba histórica que poucos conhecem, onde é possível apreciar uma paisagem belíssima e avistar diversos animais e plantas nativas do mangue. Vale à pena ressaltar que o passeio guiado é GRATUITO.

Vale à pena conferir.

Acesse a página do EcoMuseu de Sepetiba, no Facebook e fique por dentro das notícias da região: https://www.facebook.com/ecomuseudesepetiba/

Fotos e texto: Yuri Borba | Sepetiba – RJ


NOTA DO EDITOR:

Esta foi a mimha primeira participação neste passeio e afirmo sem medo de exagero, que sai com mais amor a terra que escolhi para viver. O encontro com cománheiros de militância, os relatos e os detalhes que ouvi, assisti e conheci, só fortaleceu meu amor por Sepetiba.
Sugiro aos amigos leitores para virem participar destes passeios, que acontecem sempre no 1º domingo de cada mês, com saída da Praça do Coreto.
Parabéns aos organizadores e membros do ECOMUSEU SEPETIBA pela iniciativa e a resistência na valorização, preservação e promoção das belezas naturais e história do bairro.

Paulo Mendonça

Entenda o que é a PEC 241 e como ela pode afetar sua vida

Com o objetivo de congelar gastos públicos e contornar a crise econômica, proposta divide especialistas



A Câmara dos Deputados passou em primeira votação nesta segunda-feira a proposta de emenda constitucional que cria uma teto para os gastos públicos, a PEC 241, que congela as despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos. Com as contas no vermelho, o presidente Michel Temer vê na medida, considerada umas das maiores mudanças fiscais em décadas, uma saída para sinalizar a contenção do rombo nas contas públicas e tentar superar a crise econômica. O mecanismo enfrenta severas críticas da nova oposição, liderada pelo PT, pelo PSOL e pelo PCdoB, mas também vindas de parte dos especialistas, que veem na fórmula um freio no investimento em saúde e educação previstos na Constituição. O texto da emenda, que precisa ser aprovado em uma segunda votação na Câmara e mais duas no Senado, também tem potencial para afetar a regra de reajuste do salário mínimo oficial.

O que dizem os críticos da PEC?
Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos - só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. “Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação”, diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. “Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar”, complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira.

Quando a PEC começa a valer?
Se aprovada na Câmara e no Senado, começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente.

Qual o impacto da PEC no salário mínimo?
A proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos últimos anos.

O que acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido?
Algumas das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente).

A PEC do teto vale para os Estados também?
A PEC se aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o assunto.

Quais impactos a PEC pode ter nas áreas de educação e saúde?
Os críticos afirmam que a PEC irá colocar limites em gastos que historicamente crescem todos os anos em um ritmo acima da inflação, como educação e saúde. Além disso, gastos com programas sociais também podem ser afetados pelo congelamento. Segundo especialistas e entidades setoriais, esta medida prejudicaria o alcance e a qualidade dos serviços públicos oferecidos. Especialistas apontam problemas para cumprir mecanismos já em vigor, como os investimentos do Plano Nacional de Educação. Aprovado em 2014, o PNE tem metas de universalização da educação e cria um plano de carreira para professores da rede pública, uma das categorias mais mal pagas do país. “A população brasileira está envelhecendo. Deixar de investir na educação nos patamares necessários, como identificados no PNE, nos vinte anos de vigência da emenda proposta – tempo de dois PNEs -, é condenar as gerações que serão a população economicamente ativa daqui vinte anos, a terem uma baixa qualificação”, disse o consultor legislativo da Câmara dos Deputados, Paulo Sena, ao site Anped, que reúne especialistas em educação.

A PEC do teto atingirá de maneira igual ricos e pobres?
A população mais pobre, que depende do sistema público de saúde e educação, tende a ser mais prejudicada com o congelamento dos gastos do Governo do que as classes mais abastadas. A Associação Brasileira de Saúde Pública, por exemplo, divulgou carta aberta criticando a PEC. No documento a entidade afirma que a proposta pode sucatear o Sistema Único de Saúde, utilizado principalmente pela população de baixa renda que não dispõe de plano de saúde. Além disso, de acordo com o texto da proposta, o reajuste do salário mínimo só poderá ser feito com base na inflação - e não pela fórmula antiga que somava a inflação ao percentual de crescimento do PIB. Isso atingirá diretamente o bolso de quem tem o seu ganho atrelado ao mínimo.

Por que a Procuradoria Geral da República diz que é inconstitucional?
Em nota técnica divulgada em 7 de outubro o órgão máximo do Ministério Público Federal afirmou que a PEC é inconstitucional. De acordo com o documento, “as alterações por ela pretendidas são flagrantemente inconstitucionais, por ofenderem a independência e a autonomia dos Poderes Legislativo e Judiciário e por ofenderem a autonomia do Ministério Público e demais instituições constitucionais do Sistema de Justiça [...] e, por consequência, o princípio constitucional da separação dos poderes, o que justifica seu arquivamento”.

O que vem depois da PEC, se ela for aprovada tal como está?
A PEC é a prioridade da equipe econômica do Governo Temer, que vai pressionar por outras reformas nos próximos meses, como a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista.

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GIL ALESSI com informações de Ana Carolina Cortez. EL PAIS - BRASIL: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/10/politica/1476125574_221053.html

Um cara do bem



Assim conheci e aprendi ver o amigo e companheiro de militância por amor a Sepetiba, o querido Paulo Mello.

Um cara de uma energia sempre boa, crítico construtivo, respeitador de opinião e do próximo, atuante em defesa de Sepetiba e agregador onde chega, o que popularmente, se chama de pessoa do bem.

Tenho prazer e orgulho de encontrar com este gente boa nas lutas por nossa amada terra de  Sepetiba.

JOIAS DA COMUNIDADES: Compositora e poetisa Nifani Ambrósio de Oliveira

Musica: ‘VIDA’
Vida minha vida.
Vida pra viver
Essa vida faz, acontecer
Essa vida insana
É todo meu sentido
É o meu prazer
Vivo a cada dia
Na real ou na fantasia
Tendo que aprender
Sonhos que aquecem a  Alha.
Doçura na intensidade
De um querer.
Vida
Minha vida
Vida pra viver.
Essa vida faz, acontecer
Essa vida faz
Tudo, quero mais amor
Sensação e  prazer
Curta liberdade sinta a felicidade
Lhe envolver
Sorria, meu bem querer
Vida minha vida




Um pouco da historia  da historia  na nossa amiga moradora de Sepetiba há 18 anos: Nifani  Ambrosiano de Oliveira mais conhecida como caubói nascida em  Irajá  berço de grandes nomes da musica brasileira ''Zeca pagodinho'' entre outros nomes carioca  do subúrbio Nifani 41 anos  dedicada  arte  e a cultura  afro,  fã de 'Maria Gadu' há que faz   homenagens em suas canções

Nifani, sou cantora,percussionista, compositora, poetisa, segurança, pois sou portela pois tenho no sangue o amor a natureza minha mãe é índia da amazônia tenho orgulho de ter  essa cultura em mim  amo a musica para mim é  minha vida é o ar que respiro! minhas canções são poesia musicais  com 10 anos comecei a  tocar  e emitir sons a percussão  hoje  amadureci e sou percussionista há 18 anos atras  vim morar em Sepetiba terra encantada que amo o por do sol

O sonho de um musico e ter visibilidade em nosso ser mais profundo, nasce esta lindas poesia são pessoas amáveis e de boa conversa ,temos que mostra a qualidade e cultura que existe em nossa volta esta é a arte de ser compositor ,por musica em lindas palavras  estas pessoas morão por ai bem perto de nos  e não sabemos valorizar que podemos ter como vizinhos um poeta musico com belas melodias!

Izaira França

O sucesso dos grupos de desapegos e Páginas no Facebook

Cada vez mais surgem grupos de divulgação de vendas de coisas usadas na rede mais popular da Internet o Facebook, os quais também são grande canal de divulgação de produtos e serviços nos bairros de abrangência de cada um. 


O nosso grupo de vendas e divulgações é o Anuncie no REAL - Aqui é grátis! - https://www.facebook.com/groups/524843864336798/ - Nosso grupo de notícias é o Jornal REAL Notícias: https://www.facebook.com/groups/jornalrealnoticias/



Outro canal que vem tomando força na rede social são páginas de neg[ocios locais, que servem como ponto de credibilidade para os pequenos negócios, já que a grandes empresas conseguem pagar editores e impulsionar suas postagens e são copiadas pelos pequenos na onde de pedir ao amigos para curtirem e divulgarem suas postagens.

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CAMINHANDO



Milton Jorge Hauat

Vamos seguindo em frente
Caminhando sem olhar pra trás
Aproveitando este sol quente
Com o frescor que a brisa traz
Cada passo dado é um prazer
Eivado de emoção e vaidade
Poucas palavras tenho a dizer:
Como nos enche de felicidade!
O corpo vai produzindo betaendorfina
Fazendo a alegria chegar mais e mais
Caminhar é muito bom, o sangue afina
A tristeza não se apresenta jamais
Sintam essa felicidade também
Não fiquem parados enferrujando
Caminhar, a todos, só faz o bem
E estarão suas saúdes ajudando
Rogo ao Senhor do universo
Que me não tire logo o poder
De caminhar fazendo verso
Mostrando a todos, como bem viver

Do livro POESIA NÃO TEM IDADE,(página51, último verso modificado) publicação do ano 2012

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