O CEDICUN
(Centro de Estudo e Divulgação da Cultura Negra)
Comemorando o Dia da Consciência Negra
APRESENTA
XI MANIFESTAÇÃO ZUMBI VIVE
Dias : 19 e 20 de novembro
Horas: 13:00 e 6:00h
LOCAL: Estrada do Monteiro , 1645 jd. Nova Guaratiba -
Campo Grande - Rio de Janeiro .
(Ref. Bairro Brito / Residência do Adelino Moreira/ prox. Habbib)
Tel: 3377 6101- 9947-5418 e-mail: dvasconcellos40@ig.com.br
3880 3747 dalbertogomes@yahoo.com.br
Programação:
DIA 19 DE NOVEMBRO (Domingo)
13:00h - EXPOSIÇÃO - Artesanato e pintura.
14:00h - FEIJOADA em comemoração ao projeto " ManiFESTAção ZUMBI VIVE" .
16:00h – SAMBA DE RODA E MACULELÊ : Com Kaka e seu grupo de Jongo Banto.
17:00h - CAPOEIRA: Abada Capoeira, Mestre Anísio e Sapucaia
18:00h -POESIA( com os poetas : Dalberto Gomes e Sergio Alves)
19:00h -PAGODE.
20:00h- SHOW COM OS CANTORES : Weber Werneck, Marcos Damasceno, Marta Paixão, Luiz Guima, Tony Realce, Serginho Campo Grande, Zaire entre outros.
22:00h- Show musical e Charme com Clay Soul.
DIA 20 DE NOVEMBRO (Segunda-Feira)
06:00h - Alvorada festiva
10:00h - Exposição - Artesanato e Pintura
13 :00h- Celebração em Yorubá
13:30h - almoço - Feijão amigo.
14:30h- Palestra
15:00h- Apresentação de poesias .
15:30 h -Dança afro
16:00h - Dança afro, jongo, maculelê
17:00h- homenagens e entrega de diplomas as celebridades
18:00h- Desfile de moda e beleza negra
18:30h - Show musical
20:00h – Encerramento
Direção e coordenação: Dalberto Gomes e Dulce Vasconcellos
Produção: Giseli Costa e Sergio Alves
Apoio: SEPE, SINPRO, COOTCARJ
LOCAL : Estrada do Monteiro , 1645 jd. Nova Guaratiba - Campo Grande .
HISTÓRICO e OBJETIVO
- O Projeto ManiFESTAção ZUMBI VIVE é um projeto em que se comemora o Dia da Consciência Negra, dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares que ocorreu em 1695 e foi adotada como data comemorativa em 1995.
Vendo a necessidade de uma data em que se comemorasse o Dia da Consciência Negra em Campo Grande. Dalberto Gomes – poeta, ator e animador cultural – idealizou, no ano de 1995, um projeto que aproximasse artistas e público em geral –negros e brancos- em torno de uma data que os levasse a uma reflexão de valores, respeito e cidadania. Daí partiu o convite ao CEDICUN (Centro de Estudo e Divulgação das Culturas Negras), órgão não governamental que opera em Campo Grande em defesa dos direitos dos negros e da população “desassistida”, para abraçar a idéia. Sendo Presidente da Entidade (CEDICUN), na época, o professor Mario e a Vice-presidente a professora Dulce Vasconcellos.
Hoje o projeto se encontra na sua 11 ª versão, já faz parte do calendário festivo da Administração Regional de Campo Grande e tem como Direção coordenação Dalberto Gomes, Dulce Vasconcellos (presidente do CEDICUN) e Produção Sergio Alves e Giseli Costa.
“ Devemos estar alertas na preservação das nossas raízes culturais, resgatando o que foi passado pelos nossos ancestrais. E não criando um quilombismo moderno , fato que interessa alguns brancos que acham que nós, negros ,devemos permanecer em “nossas” escolas de samba, nossos terreiros, nossos pagodes, em grupos ou guetos , locais onde possam nos encontrar e “prestigiar”. Legado de séculos de proteção , medo e paternalismo.
Não é isso que queremos.
Por isto irmãos... Estudem , evoluam . Passem para esta sociedade conservadora que nós estamos em pé de igualdade. Não em submissão e sim com a conciência de um brasileiro cuja a concepção é o patriotismo, a democracia e a igualdade.
Ainda falta, para chegarmos a uma democracia racial plena . Mas com ajuda de Deus-Oxalá estamos chegando lá.
O Negro pede licença
Para mostrar e festejar
Com orgulho e alegria de uma raça
Sua cultura e tradição
Negro Sim!
Por que não? “
Dalberto Gomes
( Extraído do seu Livro “NEGRO SIM” -1998)
terça-feira, outubro 31, 2006
O tempo que o tempo tem
ACADÊMICOS DE SANTA CRUZ ESCOLHE SAMBA ENREDO PARA 2007
A Escola de Samba Acadêmicos de Santa Cruz já escolheu o samba enredo para 2007. Os carnavalescos vão abordar a questão da cronologia e do tempo, de uma forma mais ampla. O samba vitorioso, escolhido na madrugada de 28 para 29 deste mês de outubro, consagrou a parceria de Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima.
Como intérprete, para usar a expressão do grande Jamelão da Mangueira, ou
?puxador de samba?, para referendar a linguagem tradicional do povão, a Acadêmicos de Santa Cruz convidou David do Pandeiro, que já deu a sua entoada, na noite da grande final.
A temática da cronologia, que já foi explorada por diversas escolas de samba
em carnavais passados, irá possibilitar aos carnavalescos da Santa Cruz a
abordar, desde citações bíblicas, como em Eclesiastes, 1:4-5; 3:1-8, até
a mitologia grega, que cita Cronos, um dos titãs que habitavam a Terra no
início dos tempos.
A letra do samba da Acadêmicos de Santa Cruz, por sinal, desde o seu título
(O tempo que o tempo tem) até o estribilho, que menciona o deus Cronos, parece que vai conduzir um desfile em torno dos diversos tempos, calendários e cronologias dos povos, nas suas mais variadas culturas.
Se optarem pela interpretação ao pé da letra da citação bíblica, para desenvolver o seu belo e interessante enredo, os carnavalescos da Santa Cruz poderão falar desde o tempo de nascer, de morrer, de plantar, de arrancar a planta, até o tempo de amar, de odiar, de abraçar e de construir.
Se, considerando a força do estribilho do samba, os carnavalescos preferirem
enfatizar o tempo devorador do deus Cronos, poderão dar ênfase ao aspecto
mitológico, ou mesmo cientifico e técnico do emprego de normas fundadas
na astronomia e em convenções estabelecidas para se determinarem às divisões do tempo e suas datas.
Qualquer que seja a opção, a pergunta inicial da letra do samba: Quanto
tempo o tempo tem?, deverá ser respondida de acordo com a circunstância em
que foi formulada.
Seria o tempo de existência do Universo? Estaríamos apenas imaginando o
tempo a partir do surgimento do nosso planeta? Trataríamos exclusivamente
do tempo, considerando o aparecimento do Homem na Terra? Ou os carnavalescos, na possibilidade de interpretação e ousadia, estariam imaginando o tempo a partir de todo esse viés ?
Só o tempo poderá responder de fato, o que os carnavalescos da Escola de
Samba Acadêmicos de Santa Cruz pretendem fazer, até o carnaval de 2007 definirem o seu enredo na prática.
Abaixo a letra do samba que foi escolhida para o carnaval de 2007.
Sinvaldo do Nascimento Souza
Santa Cruz, Rio de Janeiro, RJ
O TEMPO QUE O TEMPO TEM
Quanto tempo o tempo tem?
Perguntas trazem meus versos
Nem a ciência conseguiu nos explicar
Nas mãos divinas as origens do universo
Há mais de 15 mil anos a humanidade busca respostas
Nascer e pôr-do-sol... Definir o dia
A semana e o mês, a astrologia
Tempo me escravizou, virei robô
Fez meu mundo girar, bem devagar
No tique-taque das horas
Nosso samba virá história
E jamais vai se apagar
Os relógios surgem despertando a inteligência
Calendários marcam o início de uma existência
Povos construíram suas tradições
Nos astros eu previ várias paixões
Tempo, nossa vida em suas mãos
Voa e leva meu coração
Quero mais ser feliz, bem feliz!!!
Se o tempo é um mistério, quem saberá?
Me diga do futuro, deixa "pra" lá
Deus Cronos me responda: quem te seduz?
Tempo... É Santa Cruz!!!
A Escola de Samba Acadêmicos de Santa Cruz já escolheu o samba enredo para 2007. Os carnavalescos vão abordar a questão da cronologia e do tempo, de uma forma mais ampla. O samba vitorioso, escolhido na madrugada de 28 para 29 deste mês de outubro, consagrou a parceria de Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima.
Como intérprete, para usar a expressão do grande Jamelão da Mangueira, ou
?puxador de samba?, para referendar a linguagem tradicional do povão, a Acadêmicos de Santa Cruz convidou David do Pandeiro, que já deu a sua entoada, na noite da grande final.
A temática da cronologia, que já foi explorada por diversas escolas de samba
em carnavais passados, irá possibilitar aos carnavalescos da Santa Cruz a
abordar, desde citações bíblicas, como em Eclesiastes, 1:4-5; 3:1-8, até
a mitologia grega, que cita Cronos, um dos titãs que habitavam a Terra no
início dos tempos.
A letra do samba da Acadêmicos de Santa Cruz, por sinal, desde o seu título
(O tempo que o tempo tem) até o estribilho, que menciona o deus Cronos, parece que vai conduzir um desfile em torno dos diversos tempos, calendários e cronologias dos povos, nas suas mais variadas culturas.
Se optarem pela interpretação ao pé da letra da citação bíblica, para desenvolver o seu belo e interessante enredo, os carnavalescos da Santa Cruz poderão falar desde o tempo de nascer, de morrer, de plantar, de arrancar a planta, até o tempo de amar, de odiar, de abraçar e de construir.
Se, considerando a força do estribilho do samba, os carnavalescos preferirem
enfatizar o tempo devorador do deus Cronos, poderão dar ênfase ao aspecto
mitológico, ou mesmo cientifico e técnico do emprego de normas fundadas
na astronomia e em convenções estabelecidas para se determinarem às divisões do tempo e suas datas.
Qualquer que seja a opção, a pergunta inicial da letra do samba: Quanto
tempo o tempo tem?, deverá ser respondida de acordo com a circunstância em
que foi formulada.
Seria o tempo de existência do Universo? Estaríamos apenas imaginando o
tempo a partir do surgimento do nosso planeta? Trataríamos exclusivamente
do tempo, considerando o aparecimento do Homem na Terra? Ou os carnavalescos, na possibilidade de interpretação e ousadia, estariam imaginando o tempo a partir de todo esse viés ?
Só o tempo poderá responder de fato, o que os carnavalescos da Escola de
Samba Acadêmicos de Santa Cruz pretendem fazer, até o carnaval de 2007 definirem o seu enredo na prática.
Abaixo a letra do samba que foi escolhida para o carnaval de 2007.
Sinvaldo do Nascimento Souza
Santa Cruz, Rio de Janeiro, RJ
O TEMPO QUE O TEMPO TEM
Quanto tempo o tempo tem?
Perguntas trazem meus versos
Nem a ciência conseguiu nos explicar
Nas mãos divinas as origens do universo
Há mais de 15 mil anos a humanidade busca respostas
Nascer e pôr-do-sol... Definir o dia
A semana e o mês, a astrologia
Tempo me escravizou, virei robô
Fez meu mundo girar, bem devagar
No tique-taque das horas
Nosso samba virá história
E jamais vai se apagar
Os relógios surgem despertando a inteligência
Calendários marcam o início de uma existência
Povos construíram suas tradições
Nos astros eu previ várias paixões
Tempo, nossa vida em suas mãos
Voa e leva meu coração
Quero mais ser feliz, bem feliz!!!
Se o tempo é um mistério, quem saberá?
Me diga do futuro, deixa "pra" lá
Deus Cronos me responda: quem te seduz?
Tempo... É Santa Cruz!!!
segunda-feira, outubro 16, 2006
A importância do voto válido!
Eu gostaria de deixar aqui, aos leitores desta coluna (Comunidade GLBT - Real Notícias ON LINE), o meu repúdio a retirada do projeto de lei, onde o Senador Sérgio Cabral-PMDB apoiava a união civil entre cidadãos do mesmo sexo. Isso mesmo, CIDADÃO do mesmo sexo!
A você que é : gay, lésbica, homossexual, transexual, trangênero e que deixou de votar, ou votou em branco ou nulo, eu quero lhe pedir para fazer uma reflexão. Você, que acha que o voto não serve pra nada.
Que diz que, detesta política, que não assiste ao Horário Eleitoral Gratuito porque é um saco. A você que diz que não precisa dos políticos pra nada...etc...etc...e tal!
Será que agora, você consegue compreender a magnitude que é ir às urnas depositar sua opinião? Somar a um grupo que pensa como você?Defender os direitos que você tem como cidadão que, paga impostos, consome, tem necessidades básicas, e das quais dependem de leis?
Será leitor, que você se deu conta do quanto desperdiçou sua oportunidade de mudar o futuro?
Será que você percebeu a importância de sua participação na sociedade como um todo?
É inadmissível, que dois candidatos, que uma semana antes da eleição estavam em condições opostas um ao outro, se aliem em troca de apoio contra uma minoria que não faz mal a ninguém. Com tantos problemas no Estado do Rio, não vi ninguém oferecer apoio em troca do outro despoluir a Baía de Sepetiba, solucionar a questão gravíssima que é a Ingá Mercantil, que se chover 30 dias ininterruptos, toneladas de metais pesados serão derramadas na Baía de Sepetiba, atingindo toda essa região e destruir o eco sistema. Não vi ninguém oferecer votos, apresentando seu projeto de, como resolver a questão do avanço das favelas e da especulação imobiliária, em plena Mata Atlântica. Não ouvi esses homens de Deus oferecem seus espaços religiosos para recolherem a população de rua (que cresce absurdamente aos nossos olhos). Ninguém ofereceu os votos que receberam de seus eleitores no primeiro turno, exigindo do candidato Cabral que nenhum cargo seja empossado pelo casal Garotinho.
Há tanto o que se fazer neste Estado em que a Igreja seja católica ou evangélica, poderia sugerir ou ajudar que me indigna o fato da classe gay ser tão ameaçadora assim a eles!
Quero crer, apesar de estar pessimista, que ainda há uma chance de reverter esta questão. Basta vocês que são gays, lésbicas, homossexuais, transexuais, trangênero ou simpatizante irem às urnas no segundo turno e valorizar o seu voto. Transforme-o em voto válido!
PENSEM.
SEJAM CIDADÃOS!
Sandra Souza
A você que é : gay, lésbica, homossexual, transexual, trangênero e que deixou de votar, ou votou em branco ou nulo, eu quero lhe pedir para fazer uma reflexão. Você, que acha que o voto não serve pra nada.
Que diz que, detesta política, que não assiste ao Horário Eleitoral Gratuito porque é um saco. A você que diz que não precisa dos políticos pra nada...etc...etc...e tal!
Será que agora, você consegue compreender a magnitude que é ir às urnas depositar sua opinião? Somar a um grupo que pensa como você?Defender os direitos que você tem como cidadão que, paga impostos, consome, tem necessidades básicas, e das quais dependem de leis?
Será leitor, que você se deu conta do quanto desperdiçou sua oportunidade de mudar o futuro?
Será que você percebeu a importância de sua participação na sociedade como um todo?
É inadmissível, que dois candidatos, que uma semana antes da eleição estavam em condições opostas um ao outro, se aliem em troca de apoio contra uma minoria que não faz mal a ninguém. Com tantos problemas no Estado do Rio, não vi ninguém oferecer apoio em troca do outro despoluir a Baía de Sepetiba, solucionar a questão gravíssima que é a Ingá Mercantil, que se chover 30 dias ininterruptos, toneladas de metais pesados serão derramadas na Baía de Sepetiba, atingindo toda essa região e destruir o eco sistema. Não vi ninguém oferecer votos, apresentando seu projeto de, como resolver a questão do avanço das favelas e da especulação imobiliária, em plena Mata Atlântica. Não ouvi esses homens de Deus oferecem seus espaços religiosos para recolherem a população de rua (que cresce absurdamente aos nossos olhos). Ninguém ofereceu os votos que receberam de seus eleitores no primeiro turno, exigindo do candidato Cabral que nenhum cargo seja empossado pelo casal Garotinho.
Há tanto o que se fazer neste Estado em que a Igreja seja católica ou evangélica, poderia sugerir ou ajudar que me indigna o fato da classe gay ser tão ameaçadora assim a eles!
Quero crer, apesar de estar pessimista, que ainda há uma chance de reverter esta questão. Basta vocês que são gays, lésbicas, homossexuais, transexuais, trangênero ou simpatizante irem às urnas no segundo turno e valorizar o seu voto. Transforme-o em voto válido!
PENSEM.
SEJAM CIDADÃOS!
Sandra Souza
Despetização do governo e despaulistização da política nacional
Quando Lula foi eleito presidente da República, e o Partido dos Trabalhadores chegou ao poder central, o que mais se falava era que o PT não dispunha de quadros técnicos para atender à demanda da máquina estatal.
Hoje, a denúncia é contra o aparelhamento do Estado. Fala-se na urgente necessidade de se despetizar o governo.
Há cobranças também em relação à ausência da visão cosmopolita do governo.
Dizem que o governo do presidente Lula, mesmo pretendendo tornar-se uma liderança mundial, ou mesmo na América Latina, não passa de um governo com visão provinciana.
O debate entre os dois presidenciáveis, apresentado pela Rede Bandeirantes de Televisão no dia 8 de outubro de 2006, mostrou que ambos os candidatos, congênitos da paulicéia desvairada, discutiram os temas, que deveriam ser nacionais, com os umbigos presos ao circuito paulista de se fazer política.
Falar para o Brasil inteiro, em ?escolas de lata?, e resumir à discussão sobre segurança pública nacional, aos problemas e evidências relacionadas ao crescimento do PCC, me pareceram visões muito estreitas para dois políticos que se auto-imaginavam em posição de estadistas.
Lula vangloria-se de conhecer o Brasil com a palma de mão, mas o seu governo, pelo próprio aparelhamento do Estado, persiste com a visão paradigmática do paulicentro petista, pela vitalidade que o governo imprime, a partir das bases sedimentadas desde os tempos da sua liderança no ABC paulista.
Geraldo Alckmin, por sua vez, não perde o cacoete neoliberalista e privatizador, que tão apropriadamente caracterizou Fernando Henrique Cardoso e demais tucanos propagadores da hegemonia paulistana.
É possível antever alguma mudança? Não, enquanto o Brasil continuar subserviente ao Estado de São Paulo.
É preciso que surjam novas lideranças nos estados. Que a vida intelectual não se restrinja, na sua culminância doutoral, à Universidade de São Paulo.
Que o princípio federativo deixe de ser apenas uma referência textual da Constituição Brasileira, e passe a garantir a construção de uma sociedade verdadeiramente livre, justa e solidária.
SINVALDO NASCIMENTO E SOUZA - Professor e Historiador
Contatos: sinvaldo@globo.com
Hoje, a denúncia é contra o aparelhamento do Estado. Fala-se na urgente necessidade de se despetizar o governo.
Há cobranças também em relação à ausência da visão cosmopolita do governo.
Dizem que o governo do presidente Lula, mesmo pretendendo tornar-se uma liderança mundial, ou mesmo na América Latina, não passa de um governo com visão provinciana.
O debate entre os dois presidenciáveis, apresentado pela Rede Bandeirantes de Televisão no dia 8 de outubro de 2006, mostrou que ambos os candidatos, congênitos da paulicéia desvairada, discutiram os temas, que deveriam ser nacionais, com os umbigos presos ao circuito paulista de se fazer política.
Falar para o Brasil inteiro, em ?escolas de lata?, e resumir à discussão sobre segurança pública nacional, aos problemas e evidências relacionadas ao crescimento do PCC, me pareceram visões muito estreitas para dois políticos que se auto-imaginavam em posição de estadistas.
Lula vangloria-se de conhecer o Brasil com a palma de mão, mas o seu governo, pelo próprio aparelhamento do Estado, persiste com a visão paradigmática do paulicentro petista, pela vitalidade que o governo imprime, a partir das bases sedimentadas desde os tempos da sua liderança no ABC paulista.
Geraldo Alckmin, por sua vez, não perde o cacoete neoliberalista e privatizador, que tão apropriadamente caracterizou Fernando Henrique Cardoso e demais tucanos propagadores da hegemonia paulistana.
É possível antever alguma mudança? Não, enquanto o Brasil continuar subserviente ao Estado de São Paulo.
É preciso que surjam novas lideranças nos estados. Que a vida intelectual não se restrinja, na sua culminância doutoral, à Universidade de São Paulo.
Que o princípio federativo deixe de ser apenas uma referência textual da Constituição Brasileira, e passe a garantir a construção de uma sociedade verdadeiramente livre, justa e solidária.
SINVALDO NASCIMENTO E SOUZA - Professor e Historiador
Contatos: sinvaldo@globo.com
Do aparelhamento à redução do tamanho do Estado
Geraldo Alckmin, na sua campanha do 2º turno, vem acusando o presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores de aparelhamento do Estado. O presidenciável do PSDB promete reduzir a máquina burocrática, extinguir ministérios e até mesmo demitir funcionários. Por sua vez, o presidente Lula, depois de ter falado na sua entrevista concedida aos colunistas do Jornal O GLOBO, de que seria possível o crescimento econômico sem grandes reformas ou redução de despesas, parece que vai concordando que é preciso fazer alguma coisa para reduzir a tamanho do paquiderme, sinalizando com possibilidades de cortes naquilo que for supérfluo. Ambos, tanto Lula, quanto Alckmin, precisam ler O GLOBO de hoje (15/10/2006, página 3) e definir com clareza onde farão os cortes para reduzir o peso do estado. Com a atual estrutura, de 33 ministérios, 219 secretarias e 911 diretorias, apenas na administração direta do Poder Executivo, nem um dos dois poderá pensar em investimentos sociais, conforme estão prometendo nos discursos de campanha eleitoral.
SINVALDO NASCIMENTO E SOUZA - Professor e Historiador
Contatos: sinvaldo@globo.com
SINVALDO NASCIMENTO E SOUZA - Professor e Historiador
Contatos: sinvaldo@globo.com
domingo, outubro 08, 2006
Denise Frossard recua e diz que voto nulo é um absurdo
A candidata do PPS ao governo do Rio, Denise Frossard, recuou e disse que não vai mais votar nulo. A deputada concedeu entrevista de 10 minutos no Jornal SBT Rio, na tarde desta quinta-feira, e disse que só fez essa declaração nesta quarta-feira porque estava ferida e chocada com o fato de o candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) aceitar o apoio de Anthony Garotinho, aliado de seu adversário ao governo do Rio, senador "Serginho Cabral" (PMDB), como foi citado por ela.
Ela ainda ressaltou dizendo que "não existe votar nulo, é um absurdo". A candidata, no entanto, afirmou que vai dar um "voto triste e solitário", mas disse que se resguarda no direito de não revelar o nome, pelo menos por enquanto.
Ela confirmou, porém, que vai se reunir nesta tarde com o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PE), que vem para o Rio com a missão de tentar convencê-la a manter a aliança com Alckmin.
Frossard disse que houve uma armação odiosa contra o tucano. Segundo ela, "Garotinho, Rosinha e Cabral fazem parte da política da malandragem e estão tentando dar o golpe em Alckmin, que é de Pindamonhangaba e não entende nada de Rio". A candidata ainda fez um alerta para o presidenciável tucano: "Aliança política desse tipo não é saudável".
Perguntada se aceitaria o apoio de Marcelo Crivella (PRP), que teve mais de um milhão e meio de votos no primeiro turno, ela disse que sim, mas com a condição de que ele não concordasse com o modelo de política que se tem visto com essas alianças, sem sber que no mesmo momento o senador anunciava seu apoio a Cabral, em reunião com Lula em Brasília.
Denise Frossard encerrou dizendo que faz parte da política série e honesta e que "pessoas importantes e íntegras como Alfredo Sirkis, Everardo Maciel e Carlos Veloso teriam chances de acupar alguma secretaria em seu governo.
Ela ainda ressaltou dizendo que "não existe votar nulo, é um absurdo". A candidata, no entanto, afirmou que vai dar um "voto triste e solitário", mas disse que se resguarda no direito de não revelar o nome, pelo menos por enquanto.
Ela confirmou, porém, que vai se reunir nesta tarde com o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PE), que vem para o Rio com a missão de tentar convencê-la a manter a aliança com Alckmin.
Frossard disse que houve uma armação odiosa contra o tucano. Segundo ela, "Garotinho, Rosinha e Cabral fazem parte da política da malandragem e estão tentando dar o golpe em Alckmin, que é de Pindamonhangaba e não entende nada de Rio". A candidata ainda fez um alerta para o presidenciável tucano: "Aliança política desse tipo não é saudável".
Perguntada se aceitaria o apoio de Marcelo Crivella (PRP), que teve mais de um milhão e meio de votos no primeiro turno, ela disse que sim, mas com a condição de que ele não concordasse com o modelo de política que se tem visto com essas alianças, sem sber que no mesmo momento o senador anunciava seu apoio a Cabral, em reunião com Lula em Brasília.
Denise Frossard encerrou dizendo que faz parte da política série e honesta e que "pessoas importantes e íntegras como Alfredo Sirkis, Everardo Maciel e Carlos Veloso teriam chances de acupar alguma secretaria em seu governo.
sábado, outubro 07, 2006
CSA é uma realidade em Santa Cruz
A instalação da Compahia Siderúrgica do Atlântico já é uma realidade para a nossa região, a cidade e o estado do Rio de Janeiro, no dia 29 de setembro, com a presença de Ministros, a Governadora, o vice governador, secretários estaduais e municipais, autoridades e personalidades, foi lançada a pedra fundamental do maior empreendimento dos últimos tempos, que será construído em uma área de 9 mil m2 e será composto de siderúrgica, da coqueria e de um porto, o que irá gerar cerca de 20 mil empregos na fase de construção e 10 mil empregos diretos e indiretos na fase de operação, que esta prvsta para acontecer em média daqui a dois anos e meio, quando a CSA, pretende produzir a primeira placa de aço. A produção da CSA, tem obejetivo de atender a demanda já existente do mercado internacional da Europa e Estados Unidos.
O evento contou com a participação de Karl-Ulrich Köhler, presidente da ThyssenKrupp Steel; Hans-Ulrich Lindenberg, presidente do Conselho de Administração da ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica, Aristides Corbellini, presidente da ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica, presidente da Vale do rio Doce, Dr. Rogério, diretores, equipe técnica, colaboradores e representando a região, o presdiente da ARIZO-Associação Regional de Imprensa da Zona Oeste, Jessé Cardoso; o diretor geral do Real Notícias e Mídia Comuntária, Paulo Mendonça; o presidente do Conselho Distrital de Saúde, Adelson Alípio e o presidente da Associação dos Moradores do Paraíso do Rio, Francisco Maranhão.
O evento contou com a participação de Karl-Ulrich Köhler, presidente da ThyssenKrupp Steel; Hans-Ulrich Lindenberg, presidente do Conselho de Administração da ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica, Aristides Corbellini, presidente da ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica, presidente da Vale do rio Doce, Dr. Rogério, diretores, equipe técnica, colaboradores e representando a região, o presdiente da ARIZO-Associação Regional de Imprensa da Zona Oeste, Jessé Cardoso; o diretor geral do Real Notícias e Mídia Comuntária, Paulo Mendonça; o presidente do Conselho Distrital de Saúde, Adelson Alípio e o presidente da Associação dos Moradores do Paraíso do Rio, Francisco Maranhão.
quinta-feira, setembro 28, 2006
TSE libera uso de camisetas de partidos e candidatos no dia das eleições
Brasília - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso pelos eleitores, no dia das eleições, de camisas, bonés, broches ou dísticos que indiquem preferência por partido político, coligação ou candidato Também está permitido o uso de adesivos em veículos particulares. A chamada manifestação individual e silenciosa do eleitor foi regulamentada em resolução aprovada nesta quarta-feira.
A questão vinha gerando polêmica entre os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) pois a lei proíbe o uso e inclusive o caracteriza como crime, mas a jurisprudência autoriza a chamada manifestação silenciosa dos eleitores. Ontem, ao defender esclarecimentos por parte do TSE sobre a legislação, Marco Aurélio Mello, disse que era preciso evitar decisões diferenciadas pelo país.
O artigo 39 da resolução 107 do TSE considera crime a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário, bem como o uso de alto-falantes e amplificadores de som, a promoção de comício ou carreata e a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna A pena prevista, para todos os casos, é de detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil reais. A proibição se fundamenta na Lei Eleitoral (9504/97) e na minirreforma eleitoral (Lei 11.300/2006).
A mesma resolução 107, no entanto, em seu artigo 67, exclui a primeira hipótese dizendo que não é crime a “manifestação individual e silenciosa da preferência do cidadão por partido político, coligação ou candidato, incluída a que se contenha no próprio vestuário ou que se expresse no porte de bandeira ou de flâmula ou pela utilização de adesivos em veículos ou objetos de que tenha posse”. Tal determinação se fundamenta na resolução 14.708, de 22.9.94 do próprio TSE. A resolução aprovada hoje regulamenta o referido artigo 67.
Servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores, porém, continuam proibidos de usar vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, coligação ou candidato no local das seções eleitorais e juntas apuradoras. Fiscais partidários, nos trabalhos de votação, só poderão usar vestes com o nome e a sigla do partido político ou coligação a que sirvam.
É proibida, durante todo o dia da votação e em qualquer local público ou aberto ao público, a aglomeração de pessoas portando os instrumentos de propaganda referidos na cabeça deste artigo, de modo a caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.
Agência Brasil
fonte: "ELEIÇÕES" do Jornal O Dia on line
A questão vinha gerando polêmica entre os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) pois a lei proíbe o uso e inclusive o caracteriza como crime, mas a jurisprudência autoriza a chamada manifestação silenciosa dos eleitores. Ontem, ao defender esclarecimentos por parte do TSE sobre a legislação, Marco Aurélio Mello, disse que era preciso evitar decisões diferenciadas pelo país.
O artigo 39 da resolução 107 do TSE considera crime a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário, bem como o uso de alto-falantes e amplificadores de som, a promoção de comício ou carreata e a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna A pena prevista, para todos os casos, é de detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil reais. A proibição se fundamenta na Lei Eleitoral (9504/97) e na minirreforma eleitoral (Lei 11.300/2006).
A mesma resolução 107, no entanto, em seu artigo 67, exclui a primeira hipótese dizendo que não é crime a “manifestação individual e silenciosa da preferência do cidadão por partido político, coligação ou candidato, incluída a que se contenha no próprio vestuário ou que se expresse no porte de bandeira ou de flâmula ou pela utilização de adesivos em veículos ou objetos de que tenha posse”. Tal determinação se fundamenta na resolução 14.708, de 22.9.94 do próprio TSE. A resolução aprovada hoje regulamenta o referido artigo 67.
Servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores, porém, continuam proibidos de usar vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, coligação ou candidato no local das seções eleitorais e juntas apuradoras. Fiscais partidários, nos trabalhos de votação, só poderão usar vestes com o nome e a sigla do partido político ou coligação a que sirvam.
É proibida, durante todo o dia da votação e em qualquer local público ou aberto ao público, a aglomeração de pessoas portando os instrumentos de propaganda referidos na cabeça deste artigo, de modo a caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.
Agência Brasil
fonte: "ELEIÇÕES" do Jornal O Dia on line
segunda-feira, setembro 18, 2006
As pesquisas mostram que Denise Frossard é o melhor nome para o 2º turno
As últimas pesquisas mostram que a deputada Denise Frossard já está tecnicamente empatada com o candidato Marcelo Crivela. E mais, havendo segundo turno, Denise Frossard terá muito mais chance de polarizar e vencer a candidatura do senador Sérgio Cabral Filho, ao governo do estado do Rio de Janeiro.
O próprio Marcelo Crivela, em recente entrevista concedida a Rádio CBN, ao reconhecer o crescimento da juíza Denise Frossard, que em apenas um mês, passou de 8% para 15%, fez rasgados elogios ao comportamento ético, político e profissional da candidata da coligação PPS, PV, PFL, comprometendo-se a apoiá-la na campanha do segundo turno.
Para Cesar Maia, principal político do estado do Rio de Janeiro que apóia a deputada Denise Frossard, o crescimento da candidatura não constitui nenhuma grande novidade, uma vez que o prefeito, semanas anteriores às pesquisas, já apontava a possibilidade da ascensão, referindo-se ao que definiu como ?carisma de aproximação?. O líder regional do PFL sempre acreditou que, ao entrar em contato direto com o eleitor, a juíza Denise Frossard tenderia a crescer.
Por outro lado, Denise Frossard, para os eleitores minimamente bem informados, passou a representar o único nome capaz de interromper o ciclo caótico do governo Garotinho/Rosinha, do PMDB do Rio de Janeiro, que certamente terá continuidade, na eventualidade da confirmação dos resultados das últimas pesquisas.
Denise Frossard, nas suas andanças pelas ruas da cidade e do estado do Rio de Janeiro, tem procurado mostrar que o ?Serginho? , como ela costuma chamar o candidato do PMDB, está arraigadamente colado aos nomes de Garotinho e Rosinha. Para ela seria o continuísmo dos diminutivos: Garotinho/Rosinha/Serginho, por mais quatro anos.
Um outro ponto que certamente tem contribuído para a multiplicação de intenções de votos na candidatura da deputada Denise Frossard é a firmeza como ela defende a recuperação das funções administrativas do Estado. Denise mostra segurança e determinação, quando fala, por exemplo, que o governo deve prestar serviços de qualidade e eficiência, para toda a sociedade, sobretudo para aquela parcela que mais sofre com a desigualdade social.
Denise, que teve uma efetiva e meritória atuação no Congresso Nacional, inclusive como integrante da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, além de tomar parte de forma incisiva na CPI dos Correios, critica desde o clientelismo político, no estado do Rio de Janeiro, com nomeações de apadrinhados desqualificados, para importantes funções administrativas, até a terceirização de funções que, segundo ela, deveriam ser permanentes, ocupadas por quadros técnicos competentes e especializados, mas, em razão das indicações políticas, acabam possibilitando que haja fraudes e corrupção.
No seu discurso mais contundente contra a candidatura do senador Sérgio Cabral, a juíza Denise Frossard, além de estreitar as relações Garotinho/Serginho, em uma administração classificada por ela como ?opaca?, sem qualquer transparência, a candidata da coligação PPS/PFL/PV refere-se ao escândalo do propinoduto, estabelecendo a ligação do então presidente da ALERJ, Sérgio Cabral, com Silveirinha, que era nome de confiança do governo estadual, dando origem à CPI que investigou o esquema de corrupção na Fazenda Estadual, com a suspeição, segundo a Revista ?Época?, de US$33 milhões para bancos da Suíça.
Denise Frossard considera de fundamental importância que tais informações, não caiam no esquecimento em razão do tempo, e que sejam reavivadas na memória do eleitor do estado do Rio de Janeiro, para que a sociedade não permaneça
ludibriada por mais quatro anos.
É a disputa entre o continuísmo da malfadada gestão Garotinho, contra a decisão soberana do povo do Estado do Rio de Janeiro, no seu direito de lutar por um governo popular, eficiente, democrático, mas, sobretudo ÉTICO.
Sinvaldo do Nascimento Souza, professor
O próprio Marcelo Crivela, em recente entrevista concedida a Rádio CBN, ao reconhecer o crescimento da juíza Denise Frossard, que em apenas um mês, passou de 8% para 15%, fez rasgados elogios ao comportamento ético, político e profissional da candidata da coligação PPS, PV, PFL, comprometendo-se a apoiá-la na campanha do segundo turno.
Para Cesar Maia, principal político do estado do Rio de Janeiro que apóia a deputada Denise Frossard, o crescimento da candidatura não constitui nenhuma grande novidade, uma vez que o prefeito, semanas anteriores às pesquisas, já apontava a possibilidade da ascensão, referindo-se ao que definiu como ?carisma de aproximação?. O líder regional do PFL sempre acreditou que, ao entrar em contato direto com o eleitor, a juíza Denise Frossard tenderia a crescer.
Por outro lado, Denise Frossard, para os eleitores minimamente bem informados, passou a representar o único nome capaz de interromper o ciclo caótico do governo Garotinho/Rosinha, do PMDB do Rio de Janeiro, que certamente terá continuidade, na eventualidade da confirmação dos resultados das últimas pesquisas.
Denise Frossard, nas suas andanças pelas ruas da cidade e do estado do Rio de Janeiro, tem procurado mostrar que o ?Serginho? , como ela costuma chamar o candidato do PMDB, está arraigadamente colado aos nomes de Garotinho e Rosinha. Para ela seria o continuísmo dos diminutivos: Garotinho/Rosinha/Serginho, por mais quatro anos.
Um outro ponto que certamente tem contribuído para a multiplicação de intenções de votos na candidatura da deputada Denise Frossard é a firmeza como ela defende a recuperação das funções administrativas do Estado. Denise mostra segurança e determinação, quando fala, por exemplo, que o governo deve prestar serviços de qualidade e eficiência, para toda a sociedade, sobretudo para aquela parcela que mais sofre com a desigualdade social.
Denise, que teve uma efetiva e meritória atuação no Congresso Nacional, inclusive como integrante da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, além de tomar parte de forma incisiva na CPI dos Correios, critica desde o clientelismo político, no estado do Rio de Janeiro, com nomeações de apadrinhados desqualificados, para importantes funções administrativas, até a terceirização de funções que, segundo ela, deveriam ser permanentes, ocupadas por quadros técnicos competentes e especializados, mas, em razão das indicações políticas, acabam possibilitando que haja fraudes e corrupção.
No seu discurso mais contundente contra a candidatura do senador Sérgio Cabral, a juíza Denise Frossard, além de estreitar as relações Garotinho/Serginho, em uma administração classificada por ela como ?opaca?, sem qualquer transparência, a candidata da coligação PPS/PFL/PV refere-se ao escândalo do propinoduto, estabelecendo a ligação do então presidente da ALERJ, Sérgio Cabral, com Silveirinha, que era nome de confiança do governo estadual, dando origem à CPI que investigou o esquema de corrupção na Fazenda Estadual, com a suspeição, segundo a Revista ?Época?, de US$33 milhões para bancos da Suíça.
Denise Frossard considera de fundamental importância que tais informações, não caiam no esquecimento em razão do tempo, e que sejam reavivadas na memória do eleitor do estado do Rio de Janeiro, para que a sociedade não permaneça
ludibriada por mais quatro anos.
É a disputa entre o continuísmo da malfadada gestão Garotinho, contra a decisão soberana do povo do Estado do Rio de Janeiro, no seu direito de lutar por um governo popular, eficiente, democrático, mas, sobretudo ÉTICO.
Sinvaldo do Nascimento Souza, professor
quinta-feira, setembro 14, 2006
O DEVER DO VOTO
Esta chegando o dia 1º de outubro, dia do 1º turno da eleição 2006, e as pesquisas ainda demnstram que a maioria não definiu em quem votar. Além da dúvida a disputa para a presidência, acaba tirando o foco da disputa ao governo estadual. A corrupção em vários níveis e a falta de punição concreta, também contribui para a falta de estimulo do eleitorado.
Independente da sua opção partidária ou simpatia pessoal, quero chamar sua atenção para a importância de chamarmos a atenção de cada eleitor para a importância do voto de cada um, pois ao deixarmos o voto nulo, ser apresentado como a opção de indignação da população, iremos estar contribuindo ainda mais para a perpetualização do maus políticos.
Pense bem! Com um cardápio eleitoral com tantas opções de temperamento, idealismo's diversos, várias posições sociais e religiosas, representantes de todas as opções sexuais, enfim tem prá todos os gostos, não podemos aceitar a posição de acomodação e permitir o voto nulo. Além do que se não tiver nenhum nome ou nenhum deles lhe convencer com suas propostas, você ainda tem a opção de votar na legenda do partido, que é formada pelos dois primeiros números de cada candidato.
LEMBRE-SE, você irá votar para DEPUTADO ESTADUAL (cinco números), DEPUTADO FEDERAL (quatro números), SENADOR (três números), GOVERNO ESTADUAL (dois números) e PRESIDENTE (dois números), a sua escolha pode ser em qualquer partido ou coligação para todo e qualquer cargo. SEU VOTO É LIVRE.
SEU VOTO ALÉM DE UM DEVER, DEVE SER UM DIREITO DE PROMOVER AS VERDADEIRAS MUDANÇAS.
Se você ainda não definiu seus candidatos e desejar saber a minha indicação de voto, acesse meu perfil n Orkut ou o link política no Real Notícias ( www.realnoticias.com.br)
Um forte abraço,
Paulo Mendonça
militante político e diretor geral do Real Notícias e da Mídia Comunitária e diretor da ARIZO-Associação Regional de Imprensa da Zona Oeste
Independente da sua opção partidária ou simpatia pessoal, quero chamar sua atenção para a importância de chamarmos a atenção de cada eleitor para a importância do voto de cada um, pois ao deixarmos o voto nulo, ser apresentado como a opção de indignação da população, iremos estar contribuindo ainda mais para a perpetualização do maus políticos.
Pense bem! Com um cardápio eleitoral com tantas opções de temperamento, idealismo's diversos, várias posições sociais e religiosas, representantes de todas as opções sexuais, enfim tem prá todos os gostos, não podemos aceitar a posição de acomodação e permitir o voto nulo. Além do que se não tiver nenhum nome ou nenhum deles lhe convencer com suas propostas, você ainda tem a opção de votar na legenda do partido, que é formada pelos dois primeiros números de cada candidato.
LEMBRE-SE, você irá votar para DEPUTADO ESTADUAL (cinco números), DEPUTADO FEDERAL (quatro números), SENADOR (três números), GOVERNO ESTADUAL (dois números) e PRESIDENTE (dois números), a sua escolha pode ser em qualquer partido ou coligação para todo e qualquer cargo. SEU VOTO É LIVRE.
SEU VOTO ALÉM DE UM DEVER, DEVE SER UM DIREITO DE PROMOVER AS VERDADEIRAS MUDANÇAS.
Se você ainda não definiu seus candidatos e desejar saber a minha indicação de voto, acesse meu perfil n Orkut ou o link política no Real Notícias ( www.realnoticias.com.br)
Um forte abraço,
Paulo Mendonça
militante político e diretor geral do Real Notícias e da Mídia Comunitária e diretor da ARIZO-Associação Regional de Imprensa da Zona Oeste
1ª Caminhada Arco-Iris de Itaguaí
24 de SETEMBRO
Programação
- Concentração em frete a Rodoviária de Itaguaí - 13:30hs;
- Inicio da animação com 1 trio elétrico com os DJs Alex Duarte, Dedeco e Juan das Micaretas e componentes de bateria de escola de samba – 14hs;
- Saída da caminhada em direção a Praça Vicente Cicarino – 14:30hs;
- Apresentação de convidados especiais durante o percurso e na concentração final.
- Encerramento com mensagens de igualdade e fraternidade entre as pessoas, promovendo um abraço simbólico nestes ideais – 20hs
Programação
- Concentração em frete a Rodoviária de Itaguaí - 13:30hs;
- Inicio da animação com 1 trio elétrico com os DJs Alex Duarte, Dedeco e Juan das Micaretas e componentes de bateria de escola de samba – 14hs;
- Saída da caminhada em direção a Praça Vicente Cicarino – 14:30hs;
- Apresentação de convidados especiais durante o percurso e na concentração final.
- Encerramento com mensagens de igualdade e fraternidade entre as pessoas, promovendo um abraço simbólico nestes ideais – 20hs
PARADA GAY EM SANTA CRUZ
2ª MARCHA PELA CIDADANIA GLBTS
Zona Oeste - Rio de Janeiro
24 de SETEMBRO
(domingo )
15 horas - Concentração em frente a Igreja de Nossa Senhora da Conceição
SHOWS NA PRAÇA HISTORIADOR BENEDITO FREITAS
(ANTIGA PRAÇA DO RINGUE)
Organização:
XUXETE HOLLDAY
Zona Oeste - Rio de Janeiro
24 de SETEMBRO
(domingo )
15 horas - Concentração em frente a Igreja de Nossa Senhora da Conceição
SHOWS NA PRAÇA HISTORIADOR BENEDITO FREITAS
(ANTIGA PRAÇA DO RINGUE)
Organização:
XUXETE HOLLDAY
sexta-feira, setembro 01, 2006
Prefeitura vai recuperar Rio Cação Vermelho, em Paciência
A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Águas Municipais, vinculada à Secretaria de Obras e Serviços Públicos, fará licitação no próximo dia 23 para as obras de limpeza e recuperação do Rio Cação Vermelho, próximo à Comunidade de Três Pontes, em Paciência.
Com valor estimado em R$ 149 mil, os serviços também compreendem recuperação de trechos de guarda-corpo e implantação de placa de identificação.
A obra, com duração prevista de três meses, vai atender a um trecho de cerca de 2km do rio. A previsão é de que sejam retirados 5.400 metros cúbicos de detritos do local. Com isso, a Prefeitura pretende melhorar o escoamento e prevenir enchentes na região.
Com valor estimado em R$ 149 mil, os serviços também compreendem recuperação de trechos de guarda-corpo e implantação de placa de identificação.
A obra, com duração prevista de três meses, vai atender a um trecho de cerca de 2km do rio. A previsão é de que sejam retirados 5.400 metros cúbicos de detritos do local. Com isso, a Prefeitura pretende melhorar o escoamento e prevenir enchentes na região.
Município lidera construção de moradias para baixa renda no País
A Secretaria Municipal do Habitat (SMH), está construindo 3.103 unidades habitacionais, para baixa renda, do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal, nas zonas Oeste e Norte e no Centro. Além destas, há outras 140 novas moradias em início de obra no Centro. Os números confirmam a liderança do Município do Rio, em todo o País, na entrega de unidades do PAR.
As moradias ficam em condomínios fechados, ocupando áreas dotadas de completa infra-estrutura. O financiamento destina-se à população com renda familiar entre R$ 1.250,00 até R$ 1.800,00. Nos últimos anos, a Prefeitura construiu 13 mil unidades, em todos os programas habitacionais da SMH. Os interessados podem se cadastrar no Centro Administrativo São Sebastião, na Rua Afonso Cavalcanti 455, Cidade Nova, ou na Praça Pio X, 119, 3º andar, Candelária, ou pelo site www.rio.rj.gov.br/habitat
As moradias ficam em condomínios fechados, ocupando áreas dotadas de completa infra-estrutura. O financiamento destina-se à população com renda familiar entre R$ 1.250,00 até R$ 1.800,00. Nos últimos anos, a Prefeitura construiu 13 mil unidades, em todos os programas habitacionais da SMH. Os interessados podem se cadastrar no Centro Administrativo São Sebastião, na Rua Afonso Cavalcanti 455, Cidade Nova, ou na Praça Pio X, 119, 3º andar, Candelária, ou pelo site www.rio.rj.gov.br/habitat
Inscrições para o Concurso de Rei Momo e Rainha do Carnaval
As inscrições para o concurso que escolherá o Rei Momo e a Rainha do Carnaval 2007, promovido pela Prefeitura do Rio por intermédio da Subsecretaria de Eventos e da Riotur, estarão abertas de 4 a 30 de setembro. Para participar, os candidatos devem se dirigir à Rua da Assembléia, 10, sala 918, no horário das 10h às 17h. Além da coroação, os vencedores ganharão um prêmio de R$ 9 mil.
Os postulantes ao título de Rei Momo, devem ter no máximo 50 anos de idade e altura mínima de 1,70m. Para a Rainha do Carnaval, a idade limite é de 30 anos e a altura mínima deve ser de 1,65m. Nas duas categorias é preciso ter 1º grau completo, ser residente no município do Rio de Janeiro há pelo menos dois anos e ter mais de 18 anos.
Os postulantes ao título de Rei Momo, devem ter no máximo 50 anos de idade e altura mínima de 1,70m. Para a Rainha do Carnaval, a idade limite é de 30 anos e a altura mínima deve ser de 1,65m. Nas duas categorias é preciso ter 1º grau completo, ser residente no município do Rio de Janeiro há pelo menos dois anos e ter mais de 18 anos.
Quem descobriu a Zona Oeste?
As eleições estão próximas. Mais uma vez a Zona Oeste está infestada por banners e galhardetes. As normas da legislação eleitoral são claras, mas sempre encontram um jeitinho para se burlar a lei.
A invasão é geral e indiscriminada. Políticos de todos os matizes e quilates, revisitam o eldorado eleitoral. A celebração é genérica. Vai desde o candidato-presidente, que já esteve caminhando pelo calçadão de Campo Grande, até aquele político derrotado da baixada campista, que resolveu abiscoitar alguns votos dos moradores do lado de cá.
Há também os candidatos autóctones. Os filhos da terra, ou a prata da casa, como alguns costumam se auto-intitular.
Quase não se fala em ética, reforma política, ou moralização do Congresso.
Prevalecem as promessas assistencialistas e atribuições prévias de compromissos que jamais serão cumpridos.
A Zona Oeste é um retrato em tamanho reduzido, do Brasil abastardado. É a parte fragmentada do Rio de Janeiro, tanto da cidade quanto do Estado.
É uma região abandonada pelo Poder Público, preterida pelos diversos governos e abjurada pelos próprios moradores, quando compartilham seus votos com políticos sem qualquer tipo de vínculo ou compromisso com seus moradores.
Será que foi sempre assim? Já houve uma época, em que os moradores da Zona Oeste souberam valorizar de fato a prata da casa? Desde quando, a Zona Oeste vem sendo tratada como quintal dos fundos da periferia do Rio de Janeiro?
Um indício para respondermos a tantas outras indagações, talvez deva começar com a resposta à própria pergunta do título: quem descobriu a Zona Oeste?
Teria sido Chagas Freitas? Leonel Brizola? Marcelo Alencar? Cesar Maia?
Mesmo antes da ascensão do Chaguismo, corrente do MDB carioca que marcava
presença na Zona Oeste, a partir de Levi Neves e Miécimo da Silva, logo após a criação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em outubro de 1965, Chagas Freitas já era bastante conhecido na região, por conta dos jornais A Notícia e O Dia, ambos voltados para o público de baixa renda, com sua linha editorial baseada na publicação de denúncias sensacionalistas em linguagem popular.
Chagas Freitas e o Chaguismo descobriram os filões de votos da Zona Oeste a partir da eleição indireta para o governo do então Estado da Guanabara.
Chagas tornou-se o único governador filiado ao MDB, mas a sua grande vitória foi ter conseguido compor uma bancada estadual com 85% e mais de 50% da bancada federal eleita pelo Rio de Janeiro.
A prática do clientelismo, e o sistema de troca de votos por favores particulares, sobretudo nos bairros da Zona Oeste, vai se evidenciar a partir do governo Chagas Freitas.
Teria sido ele o descobridor da Zona Oeste?
É bastante provável que sim, principalmente após o seu rompimento com Miro Teixeira e a intensiva presença do deputado Jorge Leite, presidente da Assembléia Legislativa, na Zona Oeste e sua afetuosa aproximação com o deputado estadual Pedro Ferreira e com o vereador Itagoré Barreto.
Talvez seja a partir daí que a Zona Oeste começa a despontar como força eleitoral lendária. A terra de todos os candidatos ou a terra de ninguém.
Somente depois, é que surge por aqui a força do Brizolismo e, exatamente em decorrência da marcante presença de Leonel Brizola e do PDT, que elegeram até poste de rua para a ALERJ e Câmara Municipal, vão despontar mais tarde
os nomes de Marcelo Alencar e Cesar Maia.
Sinvaldo do Nascimento Souza
A invasão é geral e indiscriminada. Políticos de todos os matizes e quilates, revisitam o eldorado eleitoral. A celebração é genérica. Vai desde o candidato-presidente, que já esteve caminhando pelo calçadão de Campo Grande, até aquele político derrotado da baixada campista, que resolveu abiscoitar alguns votos dos moradores do lado de cá.
Há também os candidatos autóctones. Os filhos da terra, ou a prata da casa, como alguns costumam se auto-intitular.
Quase não se fala em ética, reforma política, ou moralização do Congresso.
Prevalecem as promessas assistencialistas e atribuições prévias de compromissos que jamais serão cumpridos.
A Zona Oeste é um retrato em tamanho reduzido, do Brasil abastardado. É a parte fragmentada do Rio de Janeiro, tanto da cidade quanto do Estado.
É uma região abandonada pelo Poder Público, preterida pelos diversos governos e abjurada pelos próprios moradores, quando compartilham seus votos com políticos sem qualquer tipo de vínculo ou compromisso com seus moradores.
Será que foi sempre assim? Já houve uma época, em que os moradores da Zona Oeste souberam valorizar de fato a prata da casa? Desde quando, a Zona Oeste vem sendo tratada como quintal dos fundos da periferia do Rio de Janeiro?
Um indício para respondermos a tantas outras indagações, talvez deva começar com a resposta à própria pergunta do título: quem descobriu a Zona Oeste?
Teria sido Chagas Freitas? Leonel Brizola? Marcelo Alencar? Cesar Maia?
Mesmo antes da ascensão do Chaguismo, corrente do MDB carioca que marcava
presença na Zona Oeste, a partir de Levi Neves e Miécimo da Silva, logo após a criação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em outubro de 1965, Chagas Freitas já era bastante conhecido na região, por conta dos jornais A Notícia e O Dia, ambos voltados para o público de baixa renda, com sua linha editorial baseada na publicação de denúncias sensacionalistas em linguagem popular.
Chagas Freitas e o Chaguismo descobriram os filões de votos da Zona Oeste a partir da eleição indireta para o governo do então Estado da Guanabara.
Chagas tornou-se o único governador filiado ao MDB, mas a sua grande vitória foi ter conseguido compor uma bancada estadual com 85% e mais de 50% da bancada federal eleita pelo Rio de Janeiro.
A prática do clientelismo, e o sistema de troca de votos por favores particulares, sobretudo nos bairros da Zona Oeste, vai se evidenciar a partir do governo Chagas Freitas.
Teria sido ele o descobridor da Zona Oeste?
É bastante provável que sim, principalmente após o seu rompimento com Miro Teixeira e a intensiva presença do deputado Jorge Leite, presidente da Assembléia Legislativa, na Zona Oeste e sua afetuosa aproximação com o deputado estadual Pedro Ferreira e com o vereador Itagoré Barreto.
Talvez seja a partir daí que a Zona Oeste começa a despontar como força eleitoral lendária. A terra de todos os candidatos ou a terra de ninguém.
Somente depois, é que surge por aqui a força do Brizolismo e, exatamente em decorrência da marcante presença de Leonel Brizola e do PDT, que elegeram até poste de rua para a ALERJ e Câmara Municipal, vão despontar mais tarde
os nomes de Marcelo Alencar e Cesar Maia.
Sinvaldo do Nascimento Souza
terça-feira, agosto 22, 2006
ÚLTIMAS, DE LEVE!
Quando eu digo o que digo, não é atoa. Ainda agora mesmo, assistindo aos jornais da TV, eis que, cada vez mais se confirma o “CIRCO DO TERROR”.
Agora, RONDONIA!!! Constatadas ações desonestas envolvendo LEGISLATIVO, EXECUTIVO, JUDICIÁRIO, MINISTÉRIO PÚBLICO etc.etc... só resta a INTERVENÇÃO!!!
Eles é que disseram, estou apenas repetindo!!!
E as campanhas? Tanto para presidente quanto para governador.
Dependendo da origem política de cada um, defendem “programas” diferentes. Segurança, com vistas ao turismo, falam em construção de grandes espaços para convenções, esporte – é claro – sempre, com vistas ao PAN 2007 e até os preparativos para sediar a COPA 2014! É brincadeira?
O cidadão que fala em EDUCAÇÃO, é claro, se reporta à construção (pura demagogia) de CIEPs, lembrando um ídolo partidário. Escolas de tempo integral., esporte e lazer etc.etc.
Mas o que é muito interessante é que não falam na qualidade da educação, em currículos escolares, em formação de magistério etc.etc.etc.
Quanto ao turismo, eu pergunto: e a segurança? E a poluição em terra, mar e ar?
Como receber milhões de turistas nessa situação?
Nenhum deles faz referência a saneamento básico (água e esgoto), na situação da saúde, isto é, qualidade de vida e tudo o mais que envolve eventos de tal tamanho!
Isto, para não falar no eterno descaso pela população deste imenso País. E o bem-comum, onde se encontra? A quem responsabilizar?
E, para não esquecer - vocês já repararam que as agendas de campanha anunciadas nas TVs só chegam a Campo Grande? Não é “engraçado”? Por que será?
Paro por aqui. Porque, para falar sobre tudo o que deveriam ser as primordiais providências mais do que necessárias e sempre, eternamente “esquecidas”, seriam necessários vários volumes!!! Não é? Até!
A Professora Adalgisa Castro, especialista em Cidadania e Política.
Conheça o link CIDADANIA NO REAL NOTÍCIAS ON LINE: http://www.realnoticias.com.br/artigos_cidadania.htm
Agora, RONDONIA!!! Constatadas ações desonestas envolvendo LEGISLATIVO, EXECUTIVO, JUDICIÁRIO, MINISTÉRIO PÚBLICO etc.etc... só resta a INTERVENÇÃO!!!
Eles é que disseram, estou apenas repetindo!!!
E as campanhas? Tanto para presidente quanto para governador.
Dependendo da origem política de cada um, defendem “programas” diferentes. Segurança, com vistas ao turismo, falam em construção de grandes espaços para convenções, esporte – é claro – sempre, com vistas ao PAN 2007 e até os preparativos para sediar a COPA 2014! É brincadeira?
O cidadão que fala em EDUCAÇÃO, é claro, se reporta à construção (pura demagogia) de CIEPs, lembrando um ídolo partidário. Escolas de tempo integral., esporte e lazer etc.etc.
Mas o que é muito interessante é que não falam na qualidade da educação, em currículos escolares, em formação de magistério etc.etc.etc.
Quanto ao turismo, eu pergunto: e a segurança? E a poluição em terra, mar e ar?
Como receber milhões de turistas nessa situação?
Nenhum deles faz referência a saneamento básico (água e esgoto), na situação da saúde, isto é, qualidade de vida e tudo o mais que envolve eventos de tal tamanho!
Isto, para não falar no eterno descaso pela população deste imenso País. E o bem-comum, onde se encontra? A quem responsabilizar?
E, para não esquecer - vocês já repararam que as agendas de campanha anunciadas nas TVs só chegam a Campo Grande? Não é “engraçado”? Por que será?
Paro por aqui. Porque, para falar sobre tudo o que deveriam ser as primordiais providências mais do que necessárias e sempre, eternamente “esquecidas”, seriam necessários vários volumes!!! Não é? Até!
A Professora Adalgisa Castro, especialista em Cidadania e Política.
Conheça o link CIDADANIA NO REAL NOTÍCIAS ON LINE: http://www.realnoticias.com.br/artigos_cidadania.htm
Táxis poderão circular na faixa exclusiva da Avenida Brasil
Os 28.924 táxis permissionários da Cidade do Rio de Janeiro já podem circular na faixa exclusiva da Avenida Brasil. A Secretaria Municipal de Transportes dará continuidade à inserção dos pontos eletrônicos nos táxis de forma que a utilização da faixa exclusiva da via ocorra dentro do planejamento aprovado.
Obra Social seleciona alunos para o curso de Formação de Babás
A Obra Social da Cidade do Rio de Janeiro seleciona alunos para a quarta turma do curso gratuito de Formação de Babás, vinculado ao Programa Casas de Capacitação Profissional em parceria com a Prefeitura do Rio. São 30 vagas. O curso de Formação de Babás oferece as seguintes disciplinas: o papel da babá, psicologia infantil, jogos psicomotores, higiene e saúde, música e brincadeiras, nutrição, fonoaudiologia, primeiros socorros e contadores de histórias.
As inscrições para seleção vão até 15 de setembro de 2006, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30. Para exercer a função, o candidato deve residir no Município do Rio de Janeiro e ter, no mínimo, 16 anos completos. Os documentos necessários para inscrição são: cópia do CPF, comprovante de residência, cópia do certificado de conclusão da 4ª série do Ensino Fundamental (antigo 1° grau), uma foto 3x4 e carta manuscrita explicando por que tem interesse em fazer o curso. A partir do dia 27 de setembro, a Obra Social telefonará para os candidatos aprovados na seleção e o local das aulas é a Casa de São Conrado, no período de 3 de outubro a 7 de dezembro de 2006, às terças e quintas-feiras, das 8h30 às 12h30. Mais informações pelo telefone 2503-4528.
As inscrições para seleção vão até 15 de setembro de 2006, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30. Para exercer a função, o candidato deve residir no Município do Rio de Janeiro e ter, no mínimo, 16 anos completos. Os documentos necessários para inscrição são: cópia do CPF, comprovante de residência, cópia do certificado de conclusão da 4ª série do Ensino Fundamental (antigo 1° grau), uma foto 3x4 e carta manuscrita explicando por que tem interesse em fazer o curso. A partir do dia 27 de setembro, a Obra Social telefonará para os candidatos aprovados na seleção e o local das aulas é a Casa de São Conrado, no período de 3 de outubro a 7 de dezembro de 2006, às terças e quintas-feiras, das 8h30 às 12h30. Mais informações pelo telefone 2503-4528.
segunda-feira, agosto 21, 2006
PRÊMIO FEUC DE LITERATURA 2006
A FEUC, através do seu Centro Cultural, realiza o PRÊMIO FEUC DE LITERATURA - Versão 2006, com o objetivo de incentivar a criação artística e premiar seus autores.
CATEGORIAS: o concurso se divide em três categorias:
- Aluno da FEUC (quem for matriculado na Faculdade, na
Pós-Graduação, no CAEL ou no Colégio Magali);
- Comunidade (quem reside no Estado do Rio de Janeiro,
não sendo aluno da FEUC);
- Outros Estados (quem não reside no Estado do Rio de
Janeiro).
MODALIDADE: poema.
TEMA: de livre escolha para as três categorias.
APRESENTAÇÃO: a obra deverá ser digitada em papel A4.
QUANTIDADE: 1 (uma) obra por candidato; no máximo 30 (trinta) versos; fonte Times New Roman; tamanho 14; enviar 6 (seis) cópias do poema e o disquete.
IDENTIFICAÇÃO: abaixo do poema, colocar o pseudônimo e a categoria a que pertence o autor.
- Numa ficha anexa: nome, endereço, CEP, e-mail,
telefone, pseudônimo, título do poema, nome do
intérprete e a categoria em que está concorrendo.
- Não é necessário enviar currículo.
- No envelope, deverão constar: Prêmio FEUC de
Literatura 2006, pseudônimo e categoria.
INSCRIÇÃO: de 15 de julho a 25 de setembro, valendo a data da postagem nos correios.
- Os trabalhos deverão ser entregues na tesouraria da
FEUC, ou enviados para:
Centro Cultural da FEUC
PRÊMIO FEUC DE LITERATURA 2006
Estrada da Caroba, 685
Campo Grande - Rio de Janeiro / RJ
CEP 23085-590 (Tesouraria)
JULGAMENTO: a comissão julgadora selecionará os melhores trabalhos, os quais estarão classificados para a final do concurso.
- Os nomes dos jurados serão divulgados em ocasião
oportuna.
PREMIAÇÃO:
- Aluno da FEUC e Comunidade:
1º lugar: R$ 300,00 - troféu e certificado
2º lugar: R$ 200,00 - troféu e certificado
3º lugar: R$ 100,00 - troféu e certificado
- Outros Estados:
1º lugar: R$ 200,00 - certificado e 2 (dois) exemplares da
antologia a ser editada.
2º e 3º lugares: certificado e 2 (dois) exemplares da
antologia a ser editada.
- O melhor intérprete de poesia (Aluno da FEUC e
Comunidade) receberá certificado e troféu.
RESULTADO: todos os inscritos serão comunicados por correspondência quanto à classificação das obras para a grande final do concurso, que acontecerá nas dependências da FEUC, no dia 9 de dezembro, às 19 horas, com entrada fran
MAIORES EXPLICAÇÕES:
1. O autor deve indicar o nome do intérprete de seu poema na ficha de identificação, podendo ser ele próprio.
2. Caso seja editada uma antologia com as obras classificadas, a FEUC se reserva o direito de distribuí-la para entidades educacionais e/ou vendê-la para ressarcimento de custos, como também publicar essas obras em outras edições.
3. As antologias serão dadas aos candidatos, a título de direitos autorais, na seguinte disposição em cada categoria:
• 1º lugar: 20 exemplares • 2º lugar: 15 exemplares • 3º lugar: 10 exemplares • demais classificados: 5 exemplares para cada um.
4. O não-comparecimento do autor, ou de seu representante, na final do concurso implicará a desclassificação de sua obra.
5. Os trabalhos enviados não serão devolvidos.
6. A inscrição neste concurso corresponde à aceitação plena deste regulamento. O não-cumprimento do mesmo resultará a desclassificação do candidato.
7. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora do concurso.
OBSERVAÇÃO: os itens 1, 3 e 4 não incluem a Categoria Outros Estados.
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL
UNIFICADA CAMPOGRANDENSE
ESTRADA DA CAROBA, 685 – CAMPO GRANDE – RJ
CEP: 23085-590 / TEL: 3394-7653, 2413-5230
www.feuc.br - centrocultural@feuc.br
CATEGORIAS: o concurso se divide em três categorias:
- Aluno da FEUC (quem for matriculado na Faculdade, na
Pós-Graduação, no CAEL ou no Colégio Magali);
- Comunidade (quem reside no Estado do Rio de Janeiro,
não sendo aluno da FEUC);
- Outros Estados (quem não reside no Estado do Rio de
Janeiro).
MODALIDADE: poema.
TEMA: de livre escolha para as três categorias.
APRESENTAÇÃO: a obra deverá ser digitada em papel A4.
QUANTIDADE: 1 (uma) obra por candidato; no máximo 30 (trinta) versos; fonte Times New Roman; tamanho 14; enviar 6 (seis) cópias do poema e o disquete.
IDENTIFICAÇÃO: abaixo do poema, colocar o pseudônimo e a categoria a que pertence o autor.
- Numa ficha anexa: nome, endereço, CEP, e-mail,
telefone, pseudônimo, título do poema, nome do
intérprete e a categoria em que está concorrendo.
- Não é necessário enviar currículo.
- No envelope, deverão constar: Prêmio FEUC de
Literatura 2006, pseudônimo e categoria.
INSCRIÇÃO: de 15 de julho a 25 de setembro, valendo a data da postagem nos correios.
- Os trabalhos deverão ser entregues na tesouraria da
FEUC, ou enviados para:
Centro Cultural da FEUC
PRÊMIO FEUC DE LITERATURA 2006
Estrada da Caroba, 685
Campo Grande - Rio de Janeiro / RJ
CEP 23085-590 (Tesouraria)
JULGAMENTO: a comissão julgadora selecionará os melhores trabalhos, os quais estarão classificados para a final do concurso.
- Os nomes dos jurados serão divulgados em ocasião
oportuna.
PREMIAÇÃO:
- Aluno da FEUC e Comunidade:
1º lugar: R$ 300,00 - troféu e certificado
2º lugar: R$ 200,00 - troféu e certificado
3º lugar: R$ 100,00 - troféu e certificado
- Outros Estados:
1º lugar: R$ 200,00 - certificado e 2 (dois) exemplares da
antologia a ser editada.
2º e 3º lugares: certificado e 2 (dois) exemplares da
antologia a ser editada.
- O melhor intérprete de poesia (Aluno da FEUC e
Comunidade) receberá certificado e troféu.
RESULTADO: todos os inscritos serão comunicados por correspondência quanto à classificação das obras para a grande final do concurso, que acontecerá nas dependências da FEUC, no dia 9 de dezembro, às 19 horas, com entrada fran
MAIORES EXPLICAÇÕES:
1. O autor deve indicar o nome do intérprete de seu poema na ficha de identificação, podendo ser ele próprio.
2. Caso seja editada uma antologia com as obras classificadas, a FEUC se reserva o direito de distribuí-la para entidades educacionais e/ou vendê-la para ressarcimento de custos, como também publicar essas obras em outras edições.
3. As antologias serão dadas aos candidatos, a título de direitos autorais, na seguinte disposição em cada categoria:
• 1º lugar: 20 exemplares • 2º lugar: 15 exemplares • 3º lugar: 10 exemplares • demais classificados: 5 exemplares para cada um.
4. O não-comparecimento do autor, ou de seu representante, na final do concurso implicará a desclassificação de sua obra.
5. Os trabalhos enviados não serão devolvidos.
6. A inscrição neste concurso corresponde à aceitação plena deste regulamento. O não-cumprimento do mesmo resultará a desclassificação do candidato.
7. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora do concurso.
OBSERVAÇÃO: os itens 1, 3 e 4 não incluem a Categoria Outros Estados.
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL
UNIFICADA CAMPOGRANDENSE
ESTRADA DA CAROBA, 685 – CAMPO GRANDE – RJ
CEP: 23085-590 / TEL: 3394-7653, 2413-5230
www.feuc.br - centrocultural@feuc.br
segunda-feira, agosto 14, 2006
CESAR MAIA EM VISITA POLÍTICA EM SANTA CRUZ

No sábado, dia 12 de agosto, o Prefeito Cesar Maia, visitou Santa Cruz e participou de um café da manhã, organizado pelo grupo plítico do candidato a Deputado estadual RODRIGO DANTAS, o evento foi na quadra esportiva do Colégio Cunha Melo e contou com a participação de cerca de 1200 pessoas e entre elas importantes formadores de opinião da região.
Na ocasião o prefeito, informou que as bras de sanemaento de Sepetiba irão acontecer, não por apelo político, mas sim em respeito a população do bairro.
Entre os Vereadores da Cidade que apoiam a candidatura de RODRIGO DANTAS e RODRIGO MAIA, estavam presentes o Carlo Caiado, Jorge Mauro e Renato Moura.
Dos muitos que militam na política da região e estão encanjados na campanha destacamos os seguintes: Profª Gracinha, Prof. Billy, Zé Cocada, Chiquinho Sepetiba, Paulo Mendonça, Nilton Caldeira, Rose, Pezão, Prof. Guethe Madruga, Francisco Maranhão e Fernando Xaxaxá.
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