terça-feira, março 14, 2017

Violência homofóbica e transfóbica



Violência contra pessoas lésbicas, gays, 
bissexuais ou transgêneros


Atos de violência homofóbica e transfóbica têm sido relatados em todas as regiões do planeta. Vão da intimidação
psicológica até a agressão física, tortura, sequestros e assassinatos seletivos. A violência sexual também tem sido amplamente divulgada, inclusive a chamada violência “corretiva” ou estupro “punitivo”, no qual homens estupram mulheres que assumiram ser lésbicas, sob o pretexto de tentar “curar” suas vítimas da homossexualidade.

A violência acontece em diversos lugares: na rua, parques, escolas, locais de trabalho, casas, prisões e delegacias de polícia. Ela pode ser espontânea ou organizada, perpetrada por indivíduos ou grupos extremistas. Uma característica comum dos crimes de ódio anti-LGBT é sua brutalidade: vítimas de assassinato, por exemplo, são frequentemente encontradas mutiladas, severamente queimadas, castradas e mostrando sinais de agressão sexual. Transgêneros, especialmente aqueles que estão envolvidos no trabalho sexual ou presos, enfrentam um alto risco de violência extremamente cruel e mortal.

Tortura e maus-tratos contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e pessoas intersexuais também têm sido extensivamente documentados. Muitas vezes, a tortura ocorre em locais de detenção, onde as pessoas LGBT podem ser vitimadas por policiais, guardas ou por seus próprios pares, enquanto agentes do Estado fazem vista grossa. Algumas formas de tratamento médico involuntário também podem ser consideradas tortura, inclusive a realização de exames anais em homens gays para “provar” sua homossexualidade, a esterilização indesejada de pessoas transexuais e a terapia de choques elétricos destinada a “mudar” a orientação sexual.
Dados

Os dados oficiais sobre violência homofóbica e transfóbica são escassos e irregulares. Relativamente poucos países têm sistemas adequados para monitoramento, registro e notificação de ódio homofóbico e crimes transexuais.

Mesmo onde existem tais sistemas, as vítimas podem não confiar na polícia o suficiente para se expor, e os próprios policiais podem não ter sensibilidade suficiente para reconhecer e adequadamente registrar o motivo.

No entanto, reunindo tudo o que está disponível nas estatísticas nacionais e completando-as com relatórios de outras fontes, um padrão claro emerge – de violência brutal, generalizada e muitas vezes impune.


Disque Cidadania LGBT RJ: 0800 0234567


Responsabilidade do Estado

Os Estados são obrigados pelo direito internacional a proteger os direitos das pessoas LGBT à vida, à segurança pessoal e à liberdade contra a tortura e os maus-tratos. Os Estados têm a responsabilidade de tomar medidas para impedir crimes motivados pelo ódio, ataques violentos e tortura, investigar tais crimes com rapidez e levar os responsáveis à justiça.

Medidas a serem adotadas Países:
» Investigar, processar e punir os autores responsáveis por assassinatos seletivos.
» Promulgar leis sobre crimes de ódio que visem a dissuadir a violência com base na orientação sexual e identidade de gênero.
» Estabelecer sistemas de registro e comunicação da violência motivada pelo ódio.
» Treinar oficiais de justiça, funcionários de prisões, juízes e outros profissionais do setor de segurança, sobre esta questão.
» Desenvolver campanhas de educação e informação pública para combater atitudes homofóbicas e transfóbicas e promover os valores da diversidade e do respeito mútuo.

Você, seus amigos e outras pessoas também podem fazer adiferença:
» Certifique-se de que você e aqueles que o rodeiam tenham tolerância zero com qualquer forma de violência homofóbica ou transfóbica, incluindo abuso verbal agressivo e ameaçador.
» Denunciar este tipo de violência, mesmo quando não seja dirigida diretamente a você.
» Se você, seus amigos ou membros de sua família foram vítimas de violência motivada pelo ódio, alerte os procedimentos especiais de direitos humanos da ONU enviando um email para urgent-action@ohchr.org

Violência com base no gênero

Ataques a pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero são muitas vezes impulsionados por um desejo de punir aqueles vistos como desafiadores das normas de gênero e são considerados uma forma de violência de gênero. Você não precisa ser lésbica, gay, bissexual, transgênero ou intersexual para ser atacado: a mera percepção de homossexualidade ou de identidade transgênero é suficiente para colocar as pessoas em risco.

Reação violenta contra a igualdade?

Em vários países, as autoridades notaram um aumento dramático na violência homofóbica e transfóbica logo após a aprovação de avanços legislativos destinados a proteger melhor os direitos das pessoas LGBT. É um fenômeno com paralelos históricos: tentativas de erradicar a segregação racial e a discriminação provocaram reações semelhantes contra membros de minorias raciais. É responsabilidade dos governos não apenas enfrentar a discriminação, mas também explicar ao público em geral porque é necessário agir, e ter certeza de que medidas adequadas estejam em vigor para prevenir e responder rápida e efetivamente contra a violência quando ela acontecer.colocar as pessoas em risco.

Conteúdo retirado da cartilha LIVRES & IGUAIS - NAÇÕES UNIDAS PELA IGUALDADE LGBT - Site: www.unfe.org - Tema proposto por Angela Mendonça - ativista LGBT e de Matriz Africana 

JOIAS DA COMUNIDADES - Leo Roots

Izaira França

Leo Roots



Cantor e compositor, morador na Praia do Recôncavo (Dona Luiza) em Sepetiba

Léo tem seu som influenciado por vários estilos musicais, que vão desde a Black Music Americana, passando pelo samba de raiz, até o Tropicalismo. Já seu lado compositor se mostrou forte desde a sua adolescência, influenciado por grandes ídolos como: Luiz Melodia, Gil, Djavan e Jorge Aragão. Léo Roots tem talento para dar e vender, voz forte e precisa, aliado a uma inspiração singular colocada em suas letras. À primeira vista, o nome Léo roots parece trazer à cena mais um cantor de reggae com influências das raízes desse estilo musical. Disso ninguém duvida. Um desavisado poderia até dizer: “Já sei o que esse cara toca”. Só que depois de revelado, um novo horizonte começa a se abrir. O som vai muito além do que a gente possa imaginar. , esse que é quase um estilo de vida, e que impulsiona uma galera, nova e competente, que pinta com força total no cenário musical carioca. Léo roots começou a colocar o pé na estrada em 1998 com o intuito de fazer um som diferente, que misturasse toda a musicalidade brasileira com a sonoridade do mais puro reggae. E nesse trajeto, conseguiu conquistar o respeito e a admiração de todos por onde passou. Mas esse movimento ainda está só no começo. O objetivo agora é conquistar o Brasil. E sabe como??? Sempre com muita humildade.

Titulo da música  : Rastadary Men

♫♪ Todos os dias vemos televisão então sonhamos
Com um mundo melhor nos espelhamos em
Um super-herói que acreditamos ser mais forte que nós somos crianças
 E sonhamos com alguém Que lá de cima venha nos defender
 Quem sabe cantando podemos brincar na paz do Reggae
 Possamos vencer Rastafary-men Rastafary e o super.
 Do amor e a fé é o que a gente quer Rastafary-menRastafary? Precisamos ser nação sem mais dor... sem crianças no chão
Não precisamos ser nem mais que minguem
Mais a criança não precisa de pó se não ao pó retornaram,
 Vão além essa distância nos machuca e da dó!
Quem sabe a música possa mudar a realidade
 Do nosso Brasil nosso futuro então poder estudar
Não carregar mais pesado fuzil ♪♫

Compositores Léo Roots, Nagel Rangel e Maçal Manoel

Brechó da Vó ANGELA atendimento especial e preço especial


 
Além do preço baixo e qualidade nas roupas e acessórios (novos e usados), quem visitar o Brechó da Vó Angela, na Avenida Santa Ursulina, 915 (em frente a antiga Croácia) - Sepetiba, terá a gentileza e o carinho da sua porprietária.

A dona Angela, sempre muito atenciosa e carinhosa com os seus clientes, procura atender a necessidade de cada um, além de ser atenciosa com vizinhos e moradores.

Vale a pena passar por lá e ver a variedade de mercadorias que a dona Angela mantém no brechó;

Obra estragou a Rua Bom Jardim



A Rua Bom Jardim, Alagado, Sepetiba, que tinha um asfalto de boa qualidade e não emposava água, após a obra que retirou as calçadas e foi feita em forma de calçadão com concreto, passou a ficar tomada pelas águas das chuvas que acumulam sem conseguir chegar ao ralos colocados e a empreiteira HYDRA e nem a prefeitura responde as reclamações dos moradores. Uma lamentável postura da empresa contratada e da Ouvidoria da Secretaria de Obras que já foi comunicada pelo 1746 há muito tempo e não tomou nenhuma providência.

O estranho edividamento da Prefeitura do Rio



Temos visto nas redes sociais e ouvido de prestadores de serviços contratados pelas diversas secretarias da Prefeitura do Rio, que os pagamentos as empresas não estão sendo feito reguarmente e assim gerando o atraso no pagamento do pessoal que presta serviço aos órgãos públicos da cidade.

Não conseguimos entender que derrepente a administração que anunciou ter como principal meta: “Cuidar das pessoas”, comece a sua gestão exatamente deixando de honrar com o pagamento que afeta a milhares de cariocas que são trabalhadores e que fazem as clínicas, escolas e creches funcionarem, terem seus salários atrassados.

Cadê a militância e os movimentos sociais?

Não estou entendendo a calmaria que se tornou a atuação do controle social e da militância  comunitária em nossa região, não tenho visto nenhuma ação de questionamento ou  enfrentamento as inúmeras falhas de atendimento dos organismo público e as mudanças realizadas sem nenhuma consulta prévia ou discursão com a sociedade.

Você leitor, pode até não conhecer a importância da participação de fato da sociedade, através das associações de moradores, instituições comunitárias, sociais e religiosas,  nos conselhos constituídos e fóruns de debates sobre as nossas demandas, mas foram estes canais que ajudaram a trazer muitas das benfeitorias que hoje temos em nossa região e derrepente estes movimentos foram esvaziados e/ou enfraquecidos e os governos fazem o que querem e da forma que desejam.

Nossa região avançou em alguns pontos e muito ainda teremos de lutar e cobrar do poder público em vários níveis e precisamos da união da população em torno de um projeto de diálogo com o poder, onde o interesse do conjunto da sociedade é colocado acima do interesse de um grupo que esteja no poder.

Não basta que exista com uma composição em cumprimento das leis e sim funcionar em prol do coletivo; Espero ver estes movimentos resurgirem de fato e cumprirem seu papel de indicador e de fiscal da população junto aos organismos públicos e voltarem a cumprir seu papel.

“... Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer...” VAMOS A LUTA!



Paulo Mendonça
*Publicado como editorial na edição 259 - março de 2017 do Jorna REAL Notícias

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

SANTA CRUZ terá CARNAVAL no Marco Onze




Jorge Babú ao falar da organização destaca: Liberei que as pessoas tragam cerveja de casa para o consumo próprio, só não pode ser em garrafas de vidro, pois existe perigo de quebrar e alguém se machucar, Estou viabilizando com os barraqueiros para ter um preço justo na cerveja e comidas. TAMBÉM TEREMOS TODOS OS DIAS DE CARNAVAL A MELHOR BANDA DE MARCHINHAS, DO MAESTRO WALACE.

Linda festa de Iemanjá em Sepetiba





No domingo, 12 de fevereiro, no Iate Clube, na rua, na tenda montada na quadra do calçadão e na faixa de areia da Praia do Recôncavo, em Sepetiba, aconteceu a vigéssima terceira edição do evento Presente à Yemanjá em Sepetiba, que reuniu milhares de adeptos e simpatizantes das religiões de matrizes africanas (Unbanda, Candomblé, Ifá, Magia Cigana e outras), em vários atos em homenagem as divindades e em especial a rainha do mar.

A alegria, energia, união e amor deram o tom do ato de fé, que trasnbordava na emoção dos realizadores, participantes e público presente, que faziam seus cantigos as divindades sua forma de afgradecimento e rogando por novas graças.

A coordenadora geral do evento neste ano, Etemí Flávia da Osun, ao falar na abertura no clube, agradeceu o empenho dos membros do Corpo Sacerdotal que mesmo com toda a crise financeira se cotizaram e viabilizaram as despesas do evento, assim como o Patrono Jorge Babú, a comissão executiva e aos colaboradores que se dedicaram na organização do ato de fé e afirmação religiosa, que acaba se tornando uma grande festa do Povo do Santo.

O coordenador de mobilização e divulgação Babalorisá Paulo Mendonça d’Sangô, fez um breve resumo da história do evento e agradeceu aos veículos de mídia que divulgaram o evento, a participação da UNEGRO no evento, destacando a presidente Cláudia Vitelino e em especial o coordenador da região Cacau d’Oxossi pelo envolvimento na ideia de dar função de apoio as lutas sociais dentro do evento e convocou o Povo de Asé à tomarem as ruas em ações positivas.
Também no clube os presentes ouviram uma pela esplanação do Babalawo Alexandre Okana Oturale da Instituição Afro Cubana Ifá ni Lorun, sobre Iemanjá.

Mais um ano da linda apresentação do Espaço de dança, arte e cultura, sob a direção de Cyntia Valquíria e a roda em louvor ao Povo de Rua (Esu), esquentou as energias e abriu as atividades religiosas.

Ao falar o patrono Jorge Babú, parabenizou a comissão executiva, os que trabalharam na organização do evento e aos membros do Corpo Sacerdotal, que entenderam a capacidade da união e a força de estarem reunidos e unidos em prol da religião.

Todas as oferendas levadas ao mar foram ecologicamente corretas, das quais foram retiradas garrafas, louças, panos, vidros, espelhos, pentes e todo material plástico ou que possa agredir o ambiente.

No clube a apresentação contou com a colaboração do Toni da Hora, como locotor oficial e a sonorização no clube e na tenda ficou por conta do DJ Sandro e na caminhada com o caminhão de som do Serra.

Vale destacar a importante colaboração da equipe  da Defesa Civil Municipal, sob a coordenação do gerente oeste Vladimir Oliveira, que foi o único órgão público a se fazer presente neste histórico evento no bairro de Sepetiba.
















Santa Cruz e Sepetiba ficam com OBRAS ABANDONADAS E MAL FEITAS


Rua das Palmeiras Imperiais, Santa Cruz, onde calçadas e pista não foram terminadas.


Avenida Santa Ursulina, Sepetiba, o novo ramal de esgoto vive entupindo.


Avenida Santa Ursulina, Sepetiba, foi retiradao o asfalto e moradores convivem com a poeira ou lama.


Rua Bom Jardim, Alagado, Sepetiba, agora com qualquer chuva fica cheia.



Os transtornos nas obras públicas são comuns, mas isso fica ainda pior quando as mesmas são iniciadas em locais que já tinham pavimentação e ao serem feitas as obras para melhorias da coleta de esgoto sanitário, ficam sem ser concluídas, como aconteceu ao final do ano e por conscidência com o final da gestão no governo municipal, deixando ruas de acessos importantes e comunidades sofrendo com os incomodos até estes dias, sem a retomada das empreiteiras nas execuções.

Destacamos o caso das ruas no entorno do Largo do Bodegão, Rua das Palmeiras Imperiais (rua do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, Escola Municipal Princesa Isabel, Centro Cultural e Vila Olímpica), Vieira Ravasco, São Domingos Sávio, entre outras em Santa Cruz; Avenida Santa Ursulina, ruas entorno da Pedro Leitão, Cajueiro e outros pontos em Sepetiba. Um caso anormal, é a Rua Bom Jardim, Alagado, Sepetiba, que tinha um asfalto de boa qualidade e não emposava água, após a obra que retirou as calçadas e foi feita em forma de calçadão com concreto, passou a ficar tomada pelas águas das chuvas que acumulam sem conseguir chegar ao ralos colocados e nem a empreiteira e nem a prefeitura responde as reclamações dos moradores.

Se as obras já estavam previstas e a prefeitura não teve problema de pagamento as empreiteiras em 2016, porque as obras não foram concluídas no organograma ou retomadas depois do período de recesso das festas de final de ano?

JOIAS DA COMUNIDADES - WEBER VERNECK

Izaira França

WEBER VERNECK  

UM POUCO DA HISTORIA DE VIDA DO NOSSO CANTOR, WEBER WERNECK SOARES, CANTOR,ATOR, MORADOR DE CAMPO GRANDE RJ


Na década de 60, o rock, o twist, a bossa-nova... nada passava despercebido para aquele menino magrinho e arisco. Na escola primária aos 8 anos de idade já participava de todas festas e brincadeiras, sua professora Leolena da escola Presidente Antônio Carlos no bairro de Cosmos-RJ sabia que estava diante de um artista-mirim, dançava twist, cantava (ô moleque traquino) dizia a professora. Havia na TV Rio-Canal 13 na época, um programa de grande sucesso “Programa Paulo Bob”. Weber foi levado a este programa por sua professora, imaginem pra cantar? Não... pra dançar rock com uma coleguinha de turma. Foi um sucesso. Paulo Bob gostou tanto que convidou a dupla a se apresentar em alguns circos do RJ. Ali nascia o nosso “Maravilha Negra” (apelido este dado muito mais tarde pelo famoso Zeca do Trombone). Dois anos depois Weber fazia a sua estreia no Clube do Guri, programa infanto-juvenil realizado pela TV Tupi, tudo era uma gostosa brincadeira, nada de profissionalismo pelo menos para ele. E a vida seguia... Foi bancário, telefonista internacional e professor. O profissionalismo só veio aos 26 anos de idade quando começou sua carreira de cantor pelas “churrascarias da vida”, como gosta de brincar e aí não parou mais, para alegria e felicidade de seus fãs. Em 1979, vence o festival da Serpro e grava a música “Renata”

MORADOR DE CAMPO GRANDE, WEBER VEM SE APRESENTANDO EM SHOWS PARTICULAR. PARA NOSSA ALEGRIA   SEMPRE TEM UM SHOW DELE AQUI NA ZONA OESTE E EM VARIOS LOCAIS DO RIO, GRANDE CANTOR, PESSOA MARAVILHOSA, EM NOSSA ZONA OESTE QUE É RICA EM GRANDES TALENTOS, VAMOS VALORISZAR ESTAS JOIAS QUE AQUI ESTÃO! QUE MUITOS NÃO CONHECEM.

NOSSO JORNAL PARABENIZA O CANTOR WEBER VERNECK, CANTOR DA ZONA OESTE DO RJ.



Weber cantando na entrega do prêmio Real Sucesso, do Jornal REAL Notícias no ano de 2004, no Shopping Santa Cruz.

PEDESTRES DESRESPEITADOS








Infelizmente esta é uma cultura da maioria dos motoristas que são condutores de veiculos em nossa região, que insitem em parar e/ou estacionar sobre as calçadas, impedindo a circulação de pedestres em toda a região.

A ausência da fiscalização fora do centro de Santa Cruz, faz com este incomodo aos pedestres se espalhe por toda a região.

Em Sepetiba e Paciência é comum este comportamento de desrespeito até nas ruas principais.

Ao iniciar o período escolar o desrespeito é aumentado nas áreas que tem escolas (públicas e particulares), onde os responsáveis insistem em ter que desembarcar as crianças na direção do portão, e na maioria dos caso ou aguardam a pessoa que foi acompanhar ou abandonam o veículo impedindo a circulação de pedestres e até de outros veículos.

Ao começar coletar as imagnes para produzir esta matéria, pensei que teria de ir em vários pontos, mas para minha tristeza, bastou caminhar  na Rua José Fernandes, entre a Rua Justo de Moraes e a Avenida Santa Ursulina, trecho onde tem duas escolas e uma creche municipais e a UPA em Sepetiba, mas infelizmente é apenas uma mostragem que acontece em toda a região.

Outro ponto que é comum acontecer é que as Vans e Kombis, parem nas esquinas esperando passageiros que ainda estão caminhando nas ruas secundárias, sem nenhum respeito as regras de trânsito e nem com o horário dos passageiros embarcados.

Cadê a fiscalização?

Fotos e matéria: Paulo Mendonça

Vai na fé guerreiro!



Foi difícil assimilar a perda deste companheiro, camarada e grande ser humano, Marcos Tarradt, que teve sua vida ceifada com sua esposa Raphaela. Ele além de sua jornada nas ruas de Santa Cruz com Policial    Militar, durante mais de 20 anos era atuante lutador para ajudar as famílias mais carentes da região.
Tive a oportunidade de através deste jornal, dibvulgar as campanhas encabeçadas por ele e prestar homenagens em nome da comunidade e entregar algumas condecorações em solenidades no 27º BPM.

Em prol da população de Sepetiba



A Associação de Moradores Pró Melhoramento de Sepetiba, que funciona na Rua Lélia Guimarães, 300 - Mangueira, tem perfil no Facebook com o nome: Ampmsbm Sepetiba, e usa o email: ampmsbm@gmail.com e também contato pelo celular: (21) 99048-0693, está de cara nova e vem prestando um relevante serviço aos moradores.

A firma quebra, o dono não.

Apesar de não vivermos oficialmente no regime capitalista, na prática é esta situação que vivemos. Nossa cultura não foi desenvolvida com o respeito de fato as leis e regras sociais do direito da outra pessoa.

Não defendo a partilha dos bens conquistados com esforço de trabalho ou mérito familiar, por acreditar no direito de cada um construir o patrimonio que desejar e/ou conseguir, mas fico de certa forma assustado, com a facilidade que se deixa de pagar salários e direitos previstos em leis aos servidores públicos e até da iniciativa privada (empresas), com a desculpa de que a areegadação reduziu, que não recebeu o estimado ou contratado e fica o funcionário (empregado), na ponta com dividas e a sobrevivência comprometida, mesmo tendo trabalhado de forma ética, séria e cumprindo seus horários e tarefas determindas pelos órgão, empresa ou grupo que presta o serviço.

É fácil e comodo dizer: ¨A firma quebrou!” ou“Não tenho de onde tirar dinheiro!”, mas a vida pessoal e da família do empresário, gestor, dono do negócio ou cabeça da atividade vai muito bem obrigado.

Se as leis fossem respeitadas de fato, os servidores do estado do Rio de Janeiro, os funcionários das empresas prestadoras de serviço ao poder público e de muitas empresas e grupos de trabalho, nçao ficariam na mão e até passando fome, enquanto os seus poderosos chefes e seus familiares, desfilam por aí gastando e vivendo muito confortáveis.

É preciso respeitar os acordos celebrados e pagar o valor devido!



Paulo Mendonça
*Publicado como editorial na edição 258 - fevereiro de 2017 do Jorna REAL Notícias

quarta-feira, janeiro 11, 2017

VEM AÍ o 23° Presente à Yemanjá em Sepetiba


O PRESENTE À IEMANJÁ EM SEPETIBA é uma manifestação de fé das religiões de matrizes africanas e afro-brasileiras e a participação é gratuita em todos os atos.

Sendo a coordenação executiva 2016/2020: coordenadora geral Flávia d’Oxum - coordenador adjunto e de culto:Rodrigo d’Avimaje - coordenador de divulgaçã0 e mobilização; Paulo Mendonça d’Xangô - Coordenação Administrativa: Muniz de Jagun - Coordenação musical: Henrique de Omofaiya - Coordenação estrutural: Edna Lima - Coordenação do Grupo FUTURO DO AXÉ: Angela Mendonça e Coordenação adjunta: Desiree Costa. Patrono Jorge Babú

Evento incluído no Calendário Oficial da Cidade do Rio de Janeiro, Lei 5391/2012, autoria do Vereador Elton Babú.

PROGRAMAÇÃO DO DIA 12 DE FEVEREIRO (segundo domingo do mês):
9h - Café da manhã com apresentação do Espaço de dança, arte e cultura, sob a direção de Cyntia Valquíria e Roda de Exú, no Iate Clube Sepetiba - Praia do Recôncavo, 1151, ao lado do Corpo de Bombeiros)
10h 30m - Caminhada pela Orla da Praia do Recôncavo;
12h - Louvação em todas as nações do Candomblé e Umbanda na tenda na Quadra da Praia do Recõncavo (Dona Luiza) e entrega dos Balaios, Cestas e Barquinhos na Baia de Sepetiba, com transporte gratuito nos barcos.




“Tendo em vista a enorme crise financeira que o país atravessa, este ano o evento só está sendo possível, graças o empenho dos membros do Corpo Sacerdotal, que se uniram para custear as despesas”, declara a ccordenadora geral do evento e idealizadora do grupo em 2016, a Etemí Flávia d’Osun.

Curta a página do evento PRESENTE À IEMANJÁ EM SEPETIBA
https://www.facebook.com/presenteayemanjaemsepetiba/

"Inaugurada duas novas unidades de ensino em Urucânia"




A Comunidade de Urucânia em Paciência, ganhou mais duas unidades de ensino no último dia 21/12, quando foram inauguradas pela Prefeitura da Cidade, o Ginásio Público que recebeu o nome de Francisco Caldeira de Alvarenga que funcionava em um prédio Estadual e agora em sua casa própria, irá funcionar em turno integral do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Essa era uma reivindicação antiga dos moradores, já que ocupando o Colégio Estadual, o mesmo só funcionava no turno da noite e os alunos que ingressavam no Ensino Médio, tinha que ir para outras unidades, já que o C.E não suportava a demanda crescente. A outra unidade é A E.M Primário Vera Lúcia Chaves da Costa (foto), que vem homenageando "in memoriam" a ilustre moradora, ativista social e religiosa e que muito ajudou as crianças, adolescentes e famílias em "Urucânia, no Barro Vermelho e em outras Comunidades da Cidade. Formada em Ciências Sociais, a também técnica de enfermagem, formou dezenas de alunos no curso gratuito de primeiros socorros, alfabetizou muitos outros adultos pelo antigo Mobral, Ministra Eucarística foi uma das fundadora da Capela de São Sebastião e Nossa Senhora das Dores na Comunidade do Barro Vermelho, funcionária do DESIPE, faleceu em 2006 deixando um legado de ações à serem aplaudidas e replicadas. Estiveram presentes os moradores, alunos, além de diversas autoridades e familiares da homenageada(foto). As mesmas farão parte do "Complexo Educacional de Urucânia, na frente da Comunidade e ocupando uma área ociosa, que era um "lixão" e com riscos de ser invadida ou loteada irregularmente, disse uma antiga moradora. Faz parte também o EDI João Correia no mesmo quarteirão completando assim,  o trio de unidades escolares.

Por: Marcelo Machado